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por Vivo Seu Dinheiro

Volta às aulas com economia depende de boa pesquisa

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Se você pensa que volta às aulas é sinônimo de gastos, saiba que não é preciso ser assim. O cenário realmente não é animador – a Associação Brasileira dos Fabricantes e Importadores de Artigos Escolares estima que o material escolar ficará cerca de 10% mais caro em 2016 – mas dá para ser criativo e economizar.

Homem compra artigos de volta às aulas

Pesquisar com atenção os preços de materiais escolares é a principal dica para economizar. Foto: Shutterstock

Como economizar na volta às aulas

Pesquise

Se for possível, antecipe suas compras após efetuar uma boa pesquisa de preços. Se acha a tarefa cansativa, divida com outros pais e mães. Se cada um ficar responsável por verificar o valor dos itens em um local, dá para montar uma boa amostra e descobrir onde está mais em conta. Juntos, vocês podem comprar em maior quantidade e com desconto.

Troque

Se você tem peças do uniforme que estejam em bom estado, incentive a troca solidária. Poste no mural da escola ou no grupo do WhatsApp os itens que você tem para trocar e quais quer ter. Informe-se com as mães e pais de turmas acima ou abaixo da que o seu filho está sobre onde adquiriram as vestimentas.

Negocie

A crise no país afeta a todos os setores. E as escolas também sentem as dificuldades financeiras. Por isso, não hesite em negociar com a administração do colégio condições facilitadas para a volta às aulas. Se são duas ou mais crianças na mesma instituição de ensino, barganhe. Perder o aluno é a última coisa que elas querem. Ao optar por quitar à vista, peça desconto.

A matrícula nada mais é do que uma parcela da anuidade ou semestralidade. Na assinatura do contrato, é pactuado um valor total que normalmente é dividido em 12 ou seis parcelas iguais de acordo com o regime didático da instituição. Independente da forma de pagamento, o valor estabelecido não pode ultrapassar o total contratado.

O peso do material escolar

Quer saber por que o material escolar é tão caro? Segundo dados do Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação (IBPT), as canetas, por exemplo, tem uma carga tributária de mais de 45%. Uma borracha chega a ter 43% de imposto; um caderno, 35%.

A Associação Brasileira dos Fabricantes e Importadores de Artigos Escolares aguarda há meia década a aprovação do Projeto de Lei 6705/2009, na Câmara dos Deputados. Ele propõe a isenção do IPI e alíquota zero de PIS/Pasep/Cofins para os materiais escolares. A medida garantiria uma redução considerável nos preços e um alívio para o bolso das famílias brasileiras.

Enquanto isso, conhecer seus direitos já ajuda. Unidades do Procon em diversos estados brasileiros divulgam que a escola só pode requerer os materiais utilizados nas atividades pedagógicas diárias do aluno (folha de sulfite, papel dobradura, tinta guache, lápis, caneta, borracha, etc.), em quantidade coerente com o plano de ensino, sem restrição de marca.

Já material de uso coletivo (como produtos de higiene e limpeza), além daqueles itens utilizados na área administrativa, devem ficar de fora da relação, que precisa ser disponibilizada para que o consumidor tenha a liberdade de pesquisar preços e marcas.

Quanto aos aparelhos eletrônicos, como os tablets ou até mesmo notebooks, saiba que você deve ser comunicado sobre a necessidade deles em período anterior ao da efetivação da matrícula.

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