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por Vivo Seu Dinheiro

Volta ao mundo: descubra como realizar esse sonho

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A passagem de volta ao mundo parece um sonho. Dá a possibilidade de visitar diversos países em um período reduzido e por um valor mais acessível do que o normal. Ficou interessado? Conheça suas principais características e se prepare para embarcar.

Como funciona a passagem de volta ao mundo

Chamada de Round The World (RTW), a passagem que permite dar a volta ao mundo é um modo de ganhar mais praticidade na hora de viajar, além de garantir preços menores. Conforme explica Rafael Sette Câmara, blogueiro do 360meridianos, elas são vendidas pelas alianças de empresas aéreas, a exemplo da One Wolrd, da Star Alliance e da Sky Team. Assim, você compra os bilhetes para todos os trechos de uma mesma empresa, mas faz a viagem usando também os voos de companhias parceiras.

“A ideia é que você dê uma volta completa no globo, desde que voe sempre na mesma direção. Por exemplo, você pode sair do Brasil pelo Oceano Atlântico, indo para a Europa. Depois pode passar por África, Ásia e Oceania, retornando ao Brasil pelo Oceano Pacífico”, exemplifica Rafael.

Ao definir o seu percurso, pode optar entre três a 16 trechos diferentes a serem visitados, a regra é ter o mesmo país como ponto de partida e chegada. Se quiser efetuar o desembarque em um determinado país e embarcar em outro território, é possível, mas o deslocamento será contabilizado como um trecho ou milhas percorridas.

Com a RTW, é mais fácil conhecer diversos países em uma única viagem.  Foto: iStock, Getty Images

Com a RTW, é mais fácil conhecer diversos países em uma única viagem. Foto: iStock, Getty Images

Quanto custa para dar a volta ao mundo?

O preço da viagem é bastante relativo e depende do roteiro que você montar, do número de trechos e qual a aliança escolhida. Rafael atenta que o tempo máximo de duração da viagem é de um ano e o preço da RTW costuma ser de, em média, 4500 dólares. Além disso, não esqueça dos outros custos envolvidos.

“Não é necessário visitar todas as atrações, entrar em todos os museus, realizar todos os passeios. Faça um planejamento detalhado e anote os gastos dia a dia. Também procure cozinhar sua própria comida e tente economizar na hospedagem. Se até os hostels estiverem caros, esquemas como o couchsurfing, em que você fica de graça na casa de desconhecidos, podem ser uma boa ideia”, complementa.
Outra dica é mesclar países mais caros com outros mais baratos. Tailândia, Malásia, Indonésia e Índia, por exemplo, apresentam um custo de vida mais baixo e permitem que você otimize o dinheiro investido.

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