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por Vivo Seu Dinheiro

Você sabe como é feito o dinheiro que passa por suas mãos no dia a dia?

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Todos os dias, cédulas e moedas passam pela sua mão, afinal, seus hábitos de compra e pagamentos são diários, seja no transporte, ao quitar uma conta, abastecer o carro ou tomar um cafezinho. Mas muita coisa mudou desde os tempos de seu avô. Saiba como é feito o dinheiro, seu passado e seu futuro.

Como é feito o dinheiro

Antes de existir a moeda, ou o dinheiro, quando o homem precisava de alguma coisa, trocava. Era o escambo – que hoje reaparece sob o conceito de consumo colaborativo.

E foi assim até que, em torno do século VII a.C., surgiram as primeiras moedas que lembram as atuais. Feitas de metal, em geral ouro, mas também de prata ou cobre, vinham cunhadas com a marca de quem as emitia, garantindo seu valor.

As moedas eram trocadas por mercadorias de igual valor. Por um tempo, as de ouro valeram mais, depois vinham as de prata e, então, as de cobre. Mais tarde, começaram a ser utilizadas as marcas com o valor independente do metal, e, com a entrada do papel, elas foram diminuindo de valor.

O papel surgiu primeiro como um recibo, que começou a circular e virou nota. O processo facilitava o transporte desse dinheiro, mas essas notas foram precisando evoluir, para evitar fraudes e falsificações.

Como é feito o dinheiro que você recebe?

Ao longo dos anos, a forma como o dinheiro é produzido tem mudado bastante. Foto: Shutterstock

O dinheiro no Brasil

Por aqui, não foi diferente e, no início, o pau-brasil foi a principal mercadoria usada como elemento de troca. No recém-descoberto Brasil, começaram a circular as primeiras moedas vindas com portugueses e, a partir de 1580, as moedas de prata espanholas também surgiram, devido à união das coroas de Portugal e Espanha.

Lembram das notas carimbadas quando mudaram, anos atrás, de Cruzado para Cruzado Novo, por exemplo? Faz tempo. Mas essa prática é ainda mais antiga que você imagina: em 1642 Dom João IV, rei de Portugal, mandou aplicar carimbos que aumentavam o valor das moedas em circulação.

Em 1694, foi fundada em Salvador a Casa da Moeda, que atualmente fica no Rio de Janeiro. Um ano depois, foram cunhadas as primeiras moedas oficialmente brasileiras. A Casa da Moeda conta hoje com capacidade para produzir cerca de 4,2 bilhões de cédulas por ano.

Elas são impressas em papel fiduciário, especial para impressão de dinheiro e que possui uma textura mais firme e áspera que o papel comum. No caso do real, cada nota ou grupo de notas apresenta características diferenciadas para evitar falsificações.

O uso de tecnologia avançada permite a aplicação de tintas especiais, com sensibilidade a raios ultravioletas e infravermelhos e que, segundo o Banco Central, possibilitou o aprimoramento de elementos como marca d’água, imagem latente e registro coincidente, tudo para dificultar ao máximo o processo de cópias. No site Segunda Família do Real, é possível encontrar as especificações das novas notas.

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O que vem por aí

O futuro do dinheiro é ainda mais tecnológico e cheio de possibilidades. Alguns dizem que esse seria o seu fim, outros que ele apenas muda de roupagem. Depois do cheque, do cartão de crédito e de débito, transações online e uso da digital para sacar, também é possível usar o celular como carteira, com o uso da chamada tecnologia NFC.

 

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