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por Vivo Seu Dinheiro

Veja por que se preocupar com a alta na inadimplência e dos juros de banco

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É melhor apertar os cintos. Dados divulgados pelo SPC Brasil em maio apontam que quatro entre cada dez brasileiros estão inadimplentes. Entre os meses de março e abril, a estimativa do órgão é que cerca de 600 mil pessoas tenham sido incluídas nos cadastros negativos. O motivo? Alta da inflação, das contas básicas e dos juros de banco.

Juros de banco chega a 56,1% ao ano

A taxa de juros de banco registrou alta pelo quarto mês consecutivo, chegando ao patamar de 56,1% ao ano. O crédito pessoal consignado, por exemplo, registrou o maior aumento desde 2011, quando começou a série histórica.

Em função dos juros de banco muito altos para o tomador de crédito, a Fundação Procon/SP tem orientado que os consumidores reflitam antes de contratar empréstimos. “O consumidor deve analisar seu orçamento e, caso tenha débitos pendentes no cheque especial, talvez o melhor seja contratar uma linha de crédito mais barata e quitar as pendências”, declarou a entidade.

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O desemprego crescente também tem contribuído para o aumento da inadimplência. Foto: iStock, by Getty Images

Juros de bancos, inflação e ajustes na economia

É interessante lembrar que o aumento da inflação e das taxas de juros de banco estão diretamente ligados a ajustes na economia. O incentivo ao consumo – que conta, inclusive, com estímulos do governo federal – é um dos motivos. A lógica é simples: quanto maior a procura, menor a oferta. A consequência dessa pouca disponibilidade de produtos no mercado são os preços inflacionados.

Somado a todas essas altas, o desemprego crescente também tem contribuído – e em larga escala – para o aumento da inadimplência. Por isso, esse talvez não seja o momento para altos gastos, mas para manter suas contas em dia e proteger seu nome.

Alta nas contas básicas

Como se não bastassem os altos juros de banco, a recente alta nas contas básicas também tem colocado os consumidores no cadastro negativo. Conforme o SPC Brasil, a alta nas contas de água e luz elevou em 6,2% o número de contas atrasadas.

Somente em São Paulo, a média de aumento foi de R$ 100 nas contas de água e energia, mas o salário do consumidor não acompanha esse movimento. Isso coloca essas duas entre as campeãs de inadimplência, atrás apenas dos serviços de comunicação.

E quando o consumidor se aperta, onde ele busca ajuda? No empréstimo bancário. Entretanto, além dos altos juros de banco, as instituições financeiras têm restringido o crédito – o que prejudica ainda mais o seu bolso e o seu nome.

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