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por Vivo Seu Dinheiro

Veja como sair do sufoco financeiro em 5 passos

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Em uma pesquisa do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil), 53,1% dos entrevistados admitiram ter atrasado ao menos uma conta em 2015. Dados de março de 2016 do mesmo órgão contabilizam 58 milhões de brasileiros inadimplentes. Você é parte das estatísticas? Então, está na hora de sair do sufoco em que se meteu.

Se você está lendo este artigo é porque o primeiro passo já foi tomado: admitir o problema e procurar uma solução. Pois bem, mantenha a calma que nada está perdido. Reorganizar sua vida financeira é possível, mas você vai precisar mudar alguns hábitos.

Mulher no sufoco financeiro

Fazer uma revisão rigorosa das despesas é o primeiro passo para sair do vermelho. Foto: iStock, Getty Images

5 passos para sair do sufoco

Veja abaixo, passo a passo, como sair do sufoco financeiro em que você se meteu. Se você segui-los à risca, em algumas semanas terá estabilizado suas finanças. Confira:

1. Coloque tudo no papel

A primeira atitude é fazer um diagnóstico completo. Primeiro, das dívidas que você tem, sejam elas contas atrasadas ou parcelas de alguma compra que ainda não venceram. Depois, liste as suas contas mensais fixas, como aluguel, luz, água, telefone e mensalidades diversas. Some todos os compromissos mensais e você já terá uma ideia precisa das suas despesas.

Então, comece a estimar também os gastos variáveis, como alimentação, lazer, supermercado e transporte. Se você não faz ideia de quanto gasta com isso em cada mês, eis uma boa hora para começar a anotar cada real que gasta no dia. Montar uma planilha é um excelente hábito para identificar em que é possível economizar.

2. Corte

Com base no diagnóstico feito no item 1, é hora do sacrifício: para sair do sufoco, você precisa arranjar uma maneira de gastar menos, para economizar algum dinheiro e começar a quitar as dívidas. Você precisa comprar seus alimentos na versão gourmet? Será que a marca mais simples não dá conta? Que tal reduzir a assinatura da TV a cabo ao pacote básico?

3. Negocie

Depois de cortar os gastos supérfluos, você terá uma boa ideia de quanto do seu salário será possível dedicar para honrar seus compromissos. Então, é hora de acertar com os credores. Converse com eles e exponha a sua vontade de pagar o que deve e as suas dificuldades. Explique que você poderá dedicar determinado valor por mês ao pagamento da dívida – assim, as parcelas podem ser reajustadas para que o débito seja pago.

4. Troque uma dívida por outra

Em alguns casos específicos, pode valer a pena trocar uma dívida por outra. Explicamos: os juros do cartão de crédito e cheque especial costumam ser os mais altos do mercado, então, em vez de parcelá-los, convém pegar um empréstimo consignado, que tem juros baixos, e usar o dinheiro para quitar de uma só vez as dívidas com os encargos maiores.

5. Trace metas

Agora que o pagamento das suas dívidas está negociado, você poderá respirar aliviado, mas nem tanto. Só porque está tudo encaminhado não quer dizer que já saiu do sufoco e pode relaxar. Aprenda com os seus erros e não contraia novas dívidas enquanto não pagar as antigas.

A recomendação final é traçar metas, como reduzir mais ainda as despesas e guardar pelo menos 10% do salário. Assim, quando precisar comprar algo, poderá pagar à vista, evitando uma nova dívida e os juros.

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Seu nome protegido

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