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por Vivo Seu Dinheiro

Veja as melhores dicas para fazer investimentos no exterior

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Quem gosta de ver o dinheiro render, pode cogitar investimentos no exterior como uma forma de diversificar a carteira e, quem sabe, ampliar os lucros. No início, até parece complicado, mas seu processo é semelhante ao das aplicações no Brasil e pode ser realizado por meio de uma assessoria especializada.

Como fazer investimentos no exterior

Conforme Píer Mattei, da área de Alocação da Monte Bravo Investimentos, o mercado internacional oferece um número praticamente ilimitado de alternativas. “O ideal aqui é sempre lembrar da regra de ouro dos investimentos: diversificar”, ensina.

Conceito de investimentos no exterior

Momento é favorável para aplicações nos Estados Unidos, indica especialista. Foto: iStock, Getty Images

Com o início do aperto monetário americano, explica o especialista, a volatilidade tende a aumentar, favorecendo ativos de alta qualidade frente aos ativos de baixa qualidade. Ou seja, é preferível comprar papéis de empresas de primeira linha, os chamados high grade.

Por outro lado, os investidores que estão no exterior e querem ter um investimento atrelado ao Brasil devem ficar atentos. “Os títulos de dívidas de empresas brasileiras no exterior (bonds) sofreram duplamente com o grande sell-off de títulos de maior risco (high yield) e com o agravamento do cenário político no Brasil”, sustenta.

Conforme Mattei, em um cenário global de juros próximos a zero, papéis de empresas brasileiras emitidos em dólar e com vencimento em até um ano e meio podem ser uma alternativa interessante de investimentos para quem busca rentabilizar em torno de 5% ao ano.

Atualmente, defende ele, o melhor país para investir é o Estados Unidos. Cada instituição exige um valor mínimo diferente e o investidor deve estar atento não apenas a isso, mas principalmente aos custos cobrados por cada uma.

“Também há a opção do aplicador apostar em fundos de investimento no Brasil, mesmo que faça operações no mercado internacional. Aqui, a gama de opções existente é grande e vem crescendo a cada dia. Diversos fundos aceitam aplicações a partir de R$ 25 mil”, explica.

De acordo com o Banco Central, são considerados investimentos no exterior aqueles que têm a participação direta ou indireta de pessoa física ou jurídica, residente, domiciliada ou com sede no país, em empresas constituídas fora do Brasil. A transferência de recursos, realizada pelos fundos de investimentos, devem obedecer às regras da Comissão de Valores Mobiliários (CVM).

Limites nos investimentos no exterior

Conforme as normas da CVM, apenas os fundos qualificados – nos quais cada cotista tem uma participação mínima de R$ 1 milhão – não têm um limite definido.

Entre os demais, somente os investimentos em dívida externa (sejam títulos públicos ou privados) podem receber 100% dos recursos do investidor fora do Brasil.

Os fundos multimercados, por sua vez, estão limitados a 20% do patrimônio no exterior e todos os outros tipos de investimento podem receber, no máximo, o equivalente a 10% do total dos recursos fora do país.

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