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por Vivo Seu Dinheiro

Veja 16 medidas de economia para enfrentar novo aumento na conta de luz

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A necessidade de poupar no consumo de luz acompanha o brasileiro desde os primeiros dias de 2015. Com as chamadas bandeiras tarifárias, muita gente se assustou com o tamanho da despesa. Mas é bom preparar outras medidas de economia, pois vem mais aumento por aí.

Até o final do ano, 39 das 64 concessionárias de energia elétrica irão repassar um custo de R$ 800 milhões para as residências brasileiras. O aumento se ampara em uma decisão da Justiça de transferir das indústrias para clientes residenciais a Conta de Desenvolvimento Energético (CDE), um subsídio ao setor elétrico.

Segundo a Associação dos Consumidores (Proteste), a conta de luz pode ficar até 8% mais cara. A entidade enviou ofício à Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) lamentando que sejam os consumidores a arcar com mais esse custo.

Trocar lâmpada está entre as medidas de economia

A adoção de lâmpadas fluorescentes ou de led ajuda a reduzir o consumo de luz. Foto: iStock, Getty Images

Proteste divulga 16 medidas de economia

Para se preparar para esse novo aumento no custo da energia em sua casa, nada melhor do que adotar medidas de economia. A Proteste divulgou uma relação com 16 delas. Certamente, muitas já são praticadas por você, mas não custa nada relembrar. Confira:

1. Procure desligar da tomada os aparelhos que não estejam em uso. Quando em stand-by, eles representam até 15% do consumo da residência.

2. Ao usar o ferro de passar, junte a maior quantidade de roupa possível e passe tudo de uma vez.

3. Na geladeira, a dica é evitar o abre-fecha da porta para gastar menos energia.

4. Instale o eletrodoméstico em local bem ventilado, longe do fogão e da incidência de sol. Respeite também o espaço mínimo de 15cm dos lados, acima e no fundo do aparelho.

5. Evite benjamins nas tomadas e retire o carregador de celular após completar a carga.

6. Mantenha janelas e portas fechadas enquanto o ar-condicionado estiver ligado.

7. Se o calor não for intenso, um ventilador de teto pode refrescar o ambiente, gastando 90% menos energia.

8. Combinar o uso dos dois também é uma saída. Regule seu ar condicionado para o mínimo e ligue o ventilador de teto.

9. Apague as luzes de ambientes desocupados e prefira iluminação dirigida (spots) para leitura e trabalhos manuais.

10. Prefira lâmpadas fluorescentes ou de led.

11. Desligue o monitor sem uso por 15 minutos e o computador se ficar duas horas sem utilizá-lo. Já seus acessórios, como impressora e estabilizador, não devem estar ligados sem necessidade.

12. Não durma com a televisão ligada. Se disponível, programe o timer para ela desligar sozinha.

13. Diminua o tempo de duração do seu banho.

14. Se vai subir um andar ou descer dois, prefira a escada ao elevador.

15. A máquina de lavar deve ser usada menos vezes e com capacidade máxima de roupas. Prefira os programas de lavagem rápida e de menor consumo de água.

16. Se for se ausentar de casa por um período mais longo, desligue todos os equipamentos da tomada.

Energia fotovoltaica é alternativa

As medidas de economia são sempre importantes para o bolso e o meio ambiente, mas, em longo prazo, talvez só elas não seja suficientes. É aí que a utilização da energia fotovoltaica (com a luz solar) se torna uma opção. Conforme o engenheiro eletricista Maximiliano Freitas, da Alternative Energy, esse sistema tem sido cada vez mais procurado por clientes residenciais.

Para se ter uma ideia de valor, um sistema fotovoltaico completo custa a partir de R$ 10 mil. Conforme o engenheiro, o retorno aparece em torno de sete anos, mas a redução na conta de energia é imediata e com até 90% de ganho.

Energia solar entre as medidas de economia

Estimativa aponta que o uso da energia solar pode reduzir consumo em até 90%. Foto: iStock, Getty Images

A partir do momento em que o sistema é implementado em uma residência, é instalado um medidor bidirecional – que calcula quanto da energia utilizada foi produzida em casa e quanto foi utilizado da concessionária.

“Uma estatística recente apontou que existem 800 conexões desse tipo no Brasil, mas acredito que o crescimento será exponencial”, avalia Freitas. Segundo ele, um dos entraves é o preço. Por estar atrelado ao dólar (os equipamentos são importados), que está em alta, o valor também sobe.

O engenheiro diz também que há muitas solicitações de orçamento por condomínios, mas poucos contratam a tecnologia até o momento. “Como muitas pessoas precisam votar, a aprovação fica complicada. Entretanto, em um condomínio, o retorno do investimento seria bem mais rápido”, avalia.

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