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por Vivo Seu Dinheiro

Valor do condomínio é fator importante ao procurar apartamento

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Na hora de procurar um apartamento, seja para locar ou comprar, a maioria das pessoas avalia a localização, espaço e infraestrutura. Porém, o que muitos esquecem é de conferir o valor de uma conta fixa e característica desses imóveis: o condomínio.

Sem somar o custo médio às despesas mensais, a surpresa no orçamento pode ser grande quando a conta chegar. Para evitar que isso aconteça, conheça algumas características e cuidados que precisam ser tomados com a taxa de condomínio.

O condomínio nos custos de um apartamento

O valor cobrado em cada condomínio é calculado com base em diferentes critérios, como itens de lazer, conforto e segurança presentes no prédio, quantidade de moradores e de funcionários. Mas mesmo que itens adicionais como portaria 24 horas e piscina possam encarecer o valor a ser pago, o número de moradores também é fator importante. A lógica é simples: pagar um porteiro não costuma ser barato, mas quanto mais apartamentos para dividir o rateio, a tendência é de que menor seja o custo para cada um.

É preciso lembrar ainda que as despesas podem variar de um mês para o outro, dependendo do valor gasto pelo condomínio ou mesmo do seu consumo de água e gás, duas opções cada vez mais presentes entre os itens que fazem parte da conta. Não esqueça de avaliar, na hora de comprar ou alugar um apartamento, apartamentos maiores também costumam pagar valores mais altos. No fim de contas, um aluguel que parecia barato pode não caber no bolso por conta das taxas de condomínio.

Gastos com condomínio devem ser previstos. Foto: iStock, Getty Images

Gastos com condomínio devem ser previstos. Foto: iStock, Getty Images

Para morar em um apartamento, fique de olho

De acordo com o Procon-SP, a lei básica que faz a regulação do condomínio é do Código Civil. A primeira delas é a Lei 4.591, ainda de 1964, existindo também regulamentação na Lei 10.406, de 2002. Também é preciso estar atento ao regimento interno do seu condomínio. Ao desobedecer as determinações, você pode acabar pagando uma multa.

Para evitar que você pague custos que não são seus, é preciso conhecer as diferenças, por exemplo, entre despesas extraordinárias e ordinárias. Como explica o Procon-SP, as primeiras são referentes a obras relacionadas à estrutura integral ou ainda de habitabilidade da edificação. É o caso da pintura de fachadas, das portas e portões de acesso, reformas de pisos de áreas comuns, ou mesmo da instalação de equipamentos de segurança e lazer. Elas são de responsabilidade do proprietário do imóvel.

Já as despesas ordinárias incluem a limpeza e pintura das instalações e dependências de uso comum, e devem ser pagas pelo morador, seja ele locatário ou dono. A reposição do fundo de reserva, seja total ou parcial, é de responsabilidade do inquilino.

Assistência em emergências

Além de estar atento às taxas, é preciso garantir mais segurança. Com o Vivo Assistência Casa e Auto, você conta com serviços de eletricista e encanador para sua casa, socorro mecânico para seu automóvel e chaveiro para os dois, sempre que precisar, por apenas R$ 5,90 por mês.

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