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por Vivo Seu Dinheiro

Vale a pena fazer plano de saúde? Descubra

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O plano de saúde é visto como um investimento do qual ninguém quer tirar proveito. Utilizado para cuidados em situações de doença, emergências e internações, principalmente, ele tem um custo bastante alto, que afeta no orçamento mensal de muita gente.

Quando as idas ao médico são pouco frequentes, começa-se a questionar a real necessidade de ter um plano e, então, avaliam-se as vantagens e se o gasto mensal está valendo a pena. Confira alguns pontos para refletir sobre o plano e verifique se ele ajuda ou atrapalha suas finanças pessoais.

plano de saúde

Conheça todos os detalhes do plano antes de fechar a contratação. Foto: iStock, Getty Images

Benefícios de um plano

Trocar a mensalidade do plano de saúde por uma caderneta de poupança talvez não seja bom negócio. As aplicações para resgate em caso de emergência não compensam pelo tempo nem pelos gastos que uma internação demanda.

Você precisa ter em mente que os procedimentos da medicina são bastante caros e podem limpar as economias sem deixar nada na conta e ainda ficar devendo. Se precisar da realização de uma cirurgia, de internação e medicamentos de uso contínuo, você gastará milhares de reais em poucas horas.

Além disso, se for utilizar o Sistema Único de Saúde (SUS) vai depender da sorte. Algumas cidades são muito bem equipadas e prestam um serviço excelente, mas outras têm uma situação tão precária que é possível nem haver médico de plantão. Dessa forma, você acaba indo novamente para um plano de saúde privado.

Como funciona um plano de saúde

O custo-benefício de um plano de saúde vai depender da modalidade escolhida. Os preços variam muito, dependendo da prestadora do serviço, idade do paciente e histórico de doenças. Pesquisa da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) de Pernambuco mostrou que, no estado, a cobrança da mensalidade é, em média, de R$ 466.

Os planos são divididos em plano de referência (o mais completo e mais caro, que garante cobertura integral de consultas, tratamentos, exames, cirurgias e transplantes); plano ambulatorial (básico, que cobre consultas, procedimentos de ambulatório, internação, cirurgia, hemodiálises, quimioterapia e radioterapia, seguindo normas da operadora); plano hospitalar (oferece internação além de cobertura básica); e plano hospitalar com obstetrícia (que inclui pré-natal, parto e assistência médica ao bebê).

Quanto custa manter um plano de saúde?

Você precisa refletir sobre o uso que faz de procedimentos médicos para saber qual plano de saúde escolher. Pessoas saudáveis, que não utilizam nenhum tipo de tratamento, não fazem muitos exames e vão ao médico apenas para os check-ups de rotina e outros cuidados eventuais, podem fechar contrato para um plano ambulatorial, mais básico e mais barato.

O custos para manter um plano desse tipo é mais acessível. Os usuários podem também escolher se querem ou não pagar uma taxa de participação nas consultas, quando um valor é cobrado apenas em caso de uso. Dessa forma, a mensalidade fica ainda menor.

Ao aderir a um plano, você precisa levar em conta como se sentirá mais seguro em relação à sua saúde. É uma parte da sua renda investida em você mesmo. Além disso, a garantia que você tem é de que não terá tantas surpresas em caso de necessidade hospitalar. Por isso, verifique sempre todas as condições do serviço oferecido.

Antes de contratar um plano

Se você está em dúvida sobre o melhor plano de saúde, uma boa ideia é consultar o site da Agência Nacional de Saúde Suplementar. Nele você pode descobrir se a operadora do serviço é regulamentada e até ver a evolução das taxas de reclamação no último ano.

Mesmo que pese no orçamento, contratar um plano de saúde é uma medida prudente. Gostou das dicas? Compartilhe!

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