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por Vivo Seu Dinheiro

No vermelho? Veja dicas para acertar as contas e sair dessa

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Suar para equilibrar o orçamento faz parte da ginástica de grande parte dos pais e mães de família brasileiros. Conforme pesquisa realizada em março pela Boa Vista Serviço Central de Proteção ao Crédito junto a mais de mil consumidores, 80% dos entrevistados estão otimistas sobre a projeção de sua situação financeira para os próximos 12 meses. Mas, se você está entre os 20% de pessimistas, não se desespere: sair do vermelho é uma questão de tempo. Para isso, você só precisa fechar a mão e organizar-se, com determinação para melhorar o saldo da conta bancária.

Em caso de dívidas acumuladas, o primeiro passo é descobrir o tamanho do rombo. Para isso, deve-se listar os valores devidos com prestações vencidas, faturas atrasadas, cheques pré-datados, saldo acumulado no cartão de crédito e cheque especial. Em cada item, é fundamental verificar as taxas de juros praticadas. A partir desta planilha, pode-se priorizar o pagamento dos débitos que tenham taxas maiores, evitando-se assim uma sangria desnecessária de recursos apenas com o pagamento de juros. Sempre que possível, deve-se trocar as dívidas mais caras pelas mais baratas.

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Pode ser necessário sacrificar as economias acumuladas ao longo de algum tempo. Foto: iStock, by Getty Images

Renegociação é uma boa alternativa

Não tendo sido possível o pagamento integral de algum dos itens, uma alternativa para quem quer sair do vermelho é a renegociação de alguma das dívidas. Conforme especialistas, a medida é uma das melhores formas de se evitar o aprofundamento de uma crise financeira. Assim como o consumidor não quer ficar devendo e ter o seu nome inscrito nas listas negras dos órgãos de proteção ao crédito, a empresa não pretende correr o risco de perder a totalidade do valor que tem a receber. Por isso, muitas vezes as condições oferecidas pelos credores na renegociação acabam sendo atrativas – e viáveis de serem honradas – para o consumidor.

Para quem tem dinheiro aplicado em investimentos ou guardado em poupança, é essencial fazer os cálculos na ponta do lápis. Muitas vezes, a calculadora indicará ser mais interessante quitar logo as dívidas, evitando que, com o tempo, elas se tornem maiores – mesmo que seja necessário sacrificar as economias acumuladas ao longo de algum tempo.

Disciplina para sair do vermelho

Além de fazer o possível para evitar que o orçamento doméstico acumule déficits consecutivos, o consumidor que pretende sair do vermelho precisa de disciplina e foco no objetivo de reduzir os gastos mensais. Uma medida fundamental é evitar os itens considerados supérfluos. É mesmo necessário ter o pacote mais completo da TV a cabo? É preciso renovar o guarda-roupas a cada estação? Em vez de ir a todos os jogos do seu time, não seria mais interessante assistir a alguns na casa daquele amigo que assina o PPV? E que tal passar 20 dias na praia em vez de 30?

O consumidor deve ficar atento para a evolução de sua situação financeira. Se, mesmo com os cortes de gastos, as contas seguirem no vermelho, deve-se agir rapidamente para tentar fechar as torneiras. Quanto mais tempo passar, maior será o acúmulo de juros – e o tamanho da dívida.

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