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Taxa Selic e investimentos: entenda a relação e proteja seu dinheiro

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Quanto maior o juro, maior a rentabilidade. Essa é a dica básica para facilitar o entendimento sobre a relação entre a Taxa Selic e investimentos. Mas para você efetivamente proteger o seu dinheiro e gerar ganhos, é interessante entender mais sobre a chamada taxa básica de juros da nossa economia e seus impactos nas aplicações financeiras.

Relação entre Taxa Selic e investimentos

Se juros da Selic avançam, alguns investimentos acompanham a curva ascendente. Foto: iStock, Getty Images

Relação entre Taxa Selic e investimentos

O Sistema Especial de Liquidação e de Custódia (Selic) é a taxa básica de juros da economia brasileira, que impacta em outras taxas do mercado nacional.

Resumindo, pode-se dizer que, quando a taxa de juros está alta, o consumo diminui. Essa é a razão para a Selic exercer função de instrumento de controle inflacionário no país.

De uma forma geral, alguns investimentos em renda fixa possuem ligação com a taxa Selic, especialmente aqueles diretamente atrelados ao indicador CDI, que a acompanha muito de perto. Por exemplo, enquanto a Selic hoje está a 14,25% ao ano, o CDI está em 14,13% ao ano.

Assim, os fundos de investimento, como CDB, LCI, LCA, títulos do Tesouro Nacional, dentre outros, que são indexados à Selic ou ao CDI, possuem relação logicamente direta: quanto maior a taxa, maior a rentabilidade.

Por outro lado, mesmo os demais investimentos, sejam os prefixados ou atrelados a outros indexadores, alguma correlação eles ainda mantêm, ou podem manter. Afinal, se houver desequilíbrio entre as rentabilidades oferecidas, o mercado rapidamente corrigirá para o lado que estiver pagando mais.

Como proteger seus investimentos

O desejo comum a todos os investidores é aumentar rentabilidade e proteger os investimentos. Os dois aspectos andam juntos, assim como Taxa Selic e investimentos. Mas como alcançar essa proteção?

“Se essa resposta fosse fácil, já teria uma fórmula”, brinca o engenheiro e colaborador do blog Educando Seu Bolso, Daniel Meinberg. “Na prática, o que se pode fazer é cercar-se de cuidados”, recomenda ele.

Conforme Meinberg, a segurança que alguns investimentos possuem é o Fundo Garantidor de Crédito (FGC). O FGC garante aplicações variadas, como poupança, CDB, LCI e LCA, até o limite de R$ 250 mil por instituição e por CPF.

“Isso significa que, se você estiver com até R$ 250 mil em determinado banco, e esse banco quebrar, seu capital estará protegido e, em média, dois meses depois, o dinheiro estará com você novamente”, exemplifica o especialista.

Nessa relação entre taxa Selic e investimentos, estão também os títulos públicos, que podem ser adquiridos através do Tesouro Direto. Eles não contam com o sistema de proteção do FGC, mas são garantidos pelo próprio Tesouro Nacional, sem limite. Nesse caso, o risco ao investidor é o chamado Risco Brasil.

Outra maneira de proteger seus investimentos é apostar na diversificação. Assim, o risco acaba ficando diluído entre a sua carteira de opções. “É uma proteção indireta. Não se garante o todo, mas o limite da perda, se houver”, conclui Meinberg.

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