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por Vivo Seu Dinheiro

Taxa média de juros está maior no cheque especial e empréstimo pessoal

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Quando as dívidas aparecem, a dica dos especialistas costuma ser a mesma: organizar as finanças e deixar o empréstimo como última alternativa. Com o aumento na taxa média de juros de modalidades como o cheque especial e o crédito pessoal, vale redobrar esse cuidado.

Na Caixa Econômica Federal, por exemplo, o juro mensal do cheque especial chegou a 10,35% ao mês. No caso do empréstimo pessoal, o número atual é de 4,8%. Já no Banco do Brasil, os valores são de 11,38% e 5,5%, respectivamente.

Houve aumento na taxa média de juros de modalidades como o cheque especial e o crédito pessoal.

Para não se endividar, é preciso conhecer a própria renda e controlar gastos. Foto: iStock, Getty Images

Atenção à taxa média de juros do cheque especial

Embora o cheque especial esteja entre as opções com taxa média de juros mais alta do mercado, é comum que ele seja a primeira alternativa buscada pelo consumidor. O motivo é a facilidade de acesso, também responsável pela alta taxa de juros cobrada pelo seu uso.

Com o momento de instabilidade econômica e o risco maior de emprestar dinheiro, a medida mais comum adotada pelos bancos é tornar o crédito mais caro, como forma de proteção. O resultado, conforme explica o economista Bernardo Baggio, são as taxas mais altas dos últimos 20 anos para quem recorre ao cheque especial.

Principalmente com o aumento, se o seu uso como complemento de renda é frequente, a saída pode ser pedir o cancelamento do limite oferecido. Assim, fica mais fácil manter o controle dos gastos e evitar o impulso de recorrer ao banco no primeiro sinal de instabilidade financeira.

O empréstimo pessoal, por outro lado, costuma oferecer juros menores, mesmo com o aumento da taxa média. Ainda assim, eles representam um acréscimo alto à dívida, alerta Baggio. Ou seja, é bom analisar as suas possibilidades antes de recorrer a ele.

Dicas para manter o controle financeiro

Ficar longe das dívidas – e dos empréstimos – é tarefa que exige controle constante do orçamento. Para não gastar mais do que você ganha, o primeiro passo é conhecer a sua renda e isso significa não apenas saber qual é o valor que entra na conta no início de cada mês.

É preciso saber também o quanto sobra depois que as contas principais – e que se repetem mensalmente – foram quitadas. Afinal, essa fatia do seu dinheiro já está comprometida e não pode ser gasta com outras opções.

Se o dinheiro não é suficiente para os seus objetivos ou simplesmente chegar ao fim do mês no positivo, a saída é reorganizar os gastos e cortar os supérfluos. Com esses ajustes, o equilíbrio financeiro fica mais próximo.

Taxa média de juros em alta: o que fazer

Se as dívidas já são um realidade e só o planejamento financeiro não é capaz de colocar as contas em dia, a alternativa é recorrer ao crédito consignado. Embora ele também seja um empréstimo, a taxa média de juros costuma ser a menor do mercado.

O motivo é o inverso daquele que explica o preço a ser pago pelo uso do cheque especial: como as parcelas são descontadas diretamente da folha de pagamento do cliente, o banco conta com mais segurança de que vai receber o dinheiro emprestado de volta. No Banco do Brasil, por exemplo, a taxa mensal é de 1,94%.

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