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por Vivo Seu Dinheiro

Taxa de desemprego no Brasil bate recorde e estimula a inadimplência

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Conhece alguém que perdeu o emprego no ano passado? Ou é você mesmo que está nessa situação? Em 2015, de acordo com o Ministério do Trabalho, foram fechadas mais de 1,54 milhão de vagas formais no país, o pior índice em 24 anos. Como consequência, a taxa de desemprego no Brasil voltou a crescer, interrompendo um ciclo de pleno emprego iniciado em 2010.

Se a frieza dos números já aponta para um cenário negativo, fica ainda pior: sem emprego e renda, o brasileiro acumula dívidas que não consegue pagar em número maior do que em anos anteriores. É a chamada inadimplência, que pode ser evitada mesmo na falta de um trabalho formal.

Taxa de desemprego no Brasil

Em 2015, Brasil interrompeu série de queda do desemprego, iniciada em 2010. Foto: iStock, Getty Images

O crescimento da taxa de desemprego no Brasil

Conduzida pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a Pesquisa Mensal de Emprego (PME) apontou que a taxa média de desemprego foi de 6,8% em 2015. O número é alarmante, pois representa um aumento de dois pontos percentuais em relação a 2014.

Desde 2010, o Brasil observava uma trajetória de queda do desemprego, que foi interrompida no ano passado. Entre as explicações para o fenômeno, estão a inflação em alta e o consumo em baixa, índices que, agravados por uma crise econômica, política e de credibilidade, acabam prejudicando o desempenho das empresas.

E o impacto da queda no número de empregos não é percebido apenas por aqui. De acordo com dados da Organização Internacional do Trabalho (OIT), o Brasil pode ser responsável por quase 20% dos novos desempregados do mundo em 2016 e 2017.

No mais recente relatório de empregabilidade da instituição, divulgado em janeiro deste ano, há estimativas de que 700 mil brasileiros se somarão ao contingente de desempregados até o ano que vem. No mundo, o número pode chegar a 3,4 milhões de pessoas.

Inadimplência afetada pela taxa de desemprego

Assim como ocorreu com a taxa de desemprego no Brasil, a virada do ano também foi de recordes na inadimplência. De acordo com levantamento realizado pela Serasa Experian, cerca de 59 milhões de brasileiros começaram o ano na lista de inadimplentes. Trata-se do maior volume já registrado desde o início do estudo, em 2012.

Mas o que isso tem a ver com o desemprego? A Serasa Experian apurou que a falta de trabalho é apontada como a principal vilã da inadimplência, com 26% dos entrevistados atribuindo as contas atrasadas ao desemprego. Confira, abaixo, o ranking com os cinco motivos mais comuns:

  • Desemprego: 26%
  • Descontrole financeiro: 17%
  • Esquecimento de pagar: 7%
  • Empréstimo do nome para terceiros: 7%
  • Despesas extras com educação, saúde e outros serviços: 7%

Como contornar o desemprego

Para quem perdeu o emprego recentemente e enfrenta dificuldades para estar com as contas em dia, a primeira recomendação da Serasa, por meio do recente Guia da Serasa para Desempregados, é manter a cabeça no lugar. O pânico das contas a vencer pode gerar um descontrole financeiro ainda maior, agravando uma situação que já é crítica.

Agindo de forma racional, organize suas finanças, anotando despesas e receitas de forma detalhada. Se você não conhecer sua rotina financeira em profundidade, não conseguirá contornar a situação.

Outra dica é buscar o apoio de amigos e familiares, explicando a gravidade da situação. Com um esforço coletivo – mesmo que apenas de mobilização –, é possível reduzir despesas e enfrentar alguns sacrifícios de consumo nessa época de vacas magras.

Procurar cursos técnicos ou profissionalizantes também pode ser uma boa ideia, a fim de aumentar a gama de possibilidades e se reinserir o mais rápido possível no mercado de trabalho.

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E você, como faz para contornar a taxa de desemprego no Brasil? Comente!

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