Vivo
 
por Vivo Seu Dinheiro

Startup americana oferece a chance de trabalhar viajando

A- A+

Trabalhar viajando é o sonho de muita gente que pensa em uma vida de nômade moderno, conhecendo diferentes lugares do mundo ao mesmo tempo em que atua no que gosta. Mas tal objetivo se mostra distante – ou assim costumava ser. Desde o início de 2015, é exatamente essa a proposta do projeto Remote Year.

Criado pelo ex-funcionário do Groupon, Greg Caplan, o projeto funciona como um misto de agência de viagens e de empregos, em que os participantes viajam para diferentes cidades do mundo enquanto trabalham de maneira remota.

Trabalhar viajando em Istambul

Proposta da startup permite trabalhar e conhecer destinos pelo mundo, como Istambul. Fotos: Shutterstock

Como funciona a ideia de trabalhar viajando

Para fazer parte do programa, você deve se inscrever no site, preenchendo um formulário. Além de dados de identificação, é preciso informar os idiomas que você fala (principalmente, qual é a sua fluência em inglês) e quanto tempo já passou em viagens.

No final, as perguntas se direcionam para o seu emprego e as experiências com trabalho remoto que você já teve. É nessa parte que muitos se confundem sobre o funcionamento do projeto.

O Remote Year não encontra um trabalho para os participantes. Embora ele ofereça parcerias com empresas que estão dispostas a oferecer vagas à distância, cabe a cada um estar empregado até o momento em que a viagem começa.

O papel do projeto é cuidar de toda a parte de logística, incluindo passagens, hospedagens, espaço de trabalho, atividades e eventos. Mas não se trata de um programa gratuito: o custo é de US$ 2.000 no início de cada mês, ao longo de um ano, mais US$ 3.000 para reservar a sua vaga.

Trabalhar viajando por diferentes países

A primeira edição do Remote Year começou em junho, com 75 participantes. Agora em Istambul, eles completam o quarto mês de viagens e encerram as visitas pela Europa. O próximo destino é o continente asiático. Depois, o roteiro termina na América do Sul.

Ao todo, como sugere o próprio nome do projeto (Ano Remoto, numa tradução livre) são 12 meses, o equivalente a quatro semanas em cada uma das cidades escolhidas para fazer parte da viagem.

Entre os participantes, está a brasileira Fernanda Prats. Produtora de conteúdo freelancer, na página da startup, ela conta que resolveu viver essa experiência para poder fazer o que ela ama e explorar a carreira de um modo diferente.

Você vai se interessar por:

Ganhar dinheiro viajando é possível? Conheça uma história que deu certo

Conheça 5 atitudes que vão ajudar você a realizar sonhos

Trabalhar em casa tem vantagens financeiras e de bem-estar

Próxima edição do Remote Year

Para a próxima edição, com início em fevereiro de 2016, muda a ordem de visitação dos continentes e algumas das cidades, mas segue a mesma organização de um mês em cada uma delas, ao longo de um ano. Curioso? Confira o roteiro:

Trabalhar viajando por Cusco, PeruAmérica do Sul

– Montevidéu, Uruguai

– Buenos Aires, Argentina

– La Paz, Bolívia

Cusco, Peru

Trabalhar viajando por Belgrado, SérviaEuropa

– Istambul, Turquia

– Praga, República Tcheca

Belgrado, Sérvia

– Cavtat, Croácia

Trabalhar viajando pelo CambojaÁsia

Kuala Lumpur, Malásia

Koh Phangan, Tailândia

Phnom Penh, Camboja

Ho Chi Minh, Vietnã

Segurança para você e sua família

Para garantir a segurança da sua família, é importante proteger seu patrimônio no Brasil durante sua aventura pelo mundo. Com o Seguro de Vida Plus, você protege seus beneficiários em caso de morte e morte acidental e ainda conta com auxílio funeral. Entre em contato com Central de Relacionamento – Parceria Seguros Vivo e contrate o seu.

> Seguros para Você: Conheça seguros de vida e acidentes pessoais

Você também quer trabalhar viajando? Deixe seu comentário.

O controle financeiro pessoal e o futebol
Qualidade de vida no trabalho
Ela aposta na longevidade saudável
Benefícios que o desempregado tem direito
Conversando sobre direitos do consumidor do plano de saúde
Pacientes com mais de 60 anos têm direito a acompanhante em caso de internação. Foto: iStock, Getty Images