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por Vivo Seu Dinheiro

Sistema de segurança residencial é opção para proteger seu patrimônio

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Alarmes, câmeras e monitores, cerca elétrica, porteiro eletrônico e biometria são apenas alguns dos recursos tecnológicos utilizados em um sistema de segurança residencial. Aliada da segurança, a tecnologia tem se mostrado eficaz ao dispor de mecanismos práticos e eficientes para quem quer deixar seu lar menos vulnerável a arrombamentos e roubos.

O cenário da violência urbana nas grandes cidades se mostra preocupante – cerca de 22% dos brasileiros se sentem inseguros mesmo dentro da própria casa, segundo pesquisa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística.

O índice se reflete no crescimento do mercado do sistema de segurança residencial, que chega a 20% em um ano, conforme o Relatório sobre o Mercado de Segurança no Brasil, compilado pela Security Industry Association.

Mas o que o consumidor deve atentar antes de instalar um sistema de segurança residencial em seu lar? E quanto é o custo médio da aparelhagem? Tire suas dúvidas e proteja o seu patrimônio.

Câmera de sistema de segurança residencial

Conjunto de câmeras é um dos itens que compõem um sistema de segurança. Foto: iStock, Getty Images

Como adquirir um sistema de segurança residencial

Com o mercado crescente e os avanços tecnológicos, a gama de itens que compõe um sistema de segurança residencial é cada vez maior: alarmes que respondem a sons, câmeras sensíveis ao movimento, sensores de presença, cercas elétricas, blindagem arquitetônica, biometria para abertura de portas. As possibilidades são muitas e os custos, altos.

Para evitar aplicar seu dinheiro em itens desnecessários, antes de adquirir qualquer equipamento de segurança, o morador deve estar ciente do que realmente precisa e avaliar seu estilo de vida.

“A aquisição de um equipamento de segurança deve ser antecipada pela visita de um técnico ao local de instalação para avaliar as condições e necessidades específicas do lugar”, recomenda Selma Migliori, presidente da Associação Brasileira das Empresas de Sistemas Eletrônicos de Segurança (Abese).

De acordo com Selma, após visitar a residência, o técnico elabora um projeto que prevê vários níveis de soluções, das mais simples às mais solicitadas e com diferentes custos ao bolso do consumidor.

“A escolha desses equipamentos e sistemas exigem conhecimentos específicos que, na maior parte das vezes, o proprietário ou morador do imóvel não tem. É por isso que não é recomendado comprar esse tipo de mercadoria sem assistência de um técnico especializado”, alerta a presidente da Abese.

Para facilitar a vida do consumidor, a Abese disponibiliza em seu site um Guia de Sistema Eletrônicos de Segurança, que auxilia no passo a passo da aquisição de um sistema de segurança residencial.

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Custos de um sistema de segurança residencial

Outro motivo para buscar um técnico antes de adquirir um sistema de segurança residencial são os altos preços dos equipamentos, que, a depender do tipo de uso, precisam ainda de monitoramento 24 horas de uma empresa especializada.

Um kit de monitoramento residencial com quatro câmeras, por exemplo, pode custar uma média de R$ 1 mil. Já um alarme pode custar cerca de R$ 350 ao bolso do consumidor.

A variação de um kit de uma cerca elétrica é grande, entre R$ 300 e R$ 2 mil. Já para adquirir uma fechadura eletrônica acionada por biometria, o consumidor vai desembolsar entre R$ 1 mil até quase R$ 3 mil.

Além do preço dos equipamentos, o consumidor deve levar em conta ainda os custos com instalação e monitoramento.

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