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por Vivo Seu Dinheiro

Será que ser otimista realmente ajuda nas finanças?

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Há muitas pessoas que são adeptas do pensamento positivo e, por conta disso, apostam alto em negócios ou projetos pessoais que nem sempre dão certo. Mas até que ponto ser otimista ajuda você a ter uma vida financeira melhor?

Otimismo x ilusão

Uma opinião comum entre especialistas é que o otimismo é sempre benéfico. Afinal, o pensamento positivo é uma fonte de motivação e ajuda a manter o humor em alta – pré-requisito fundamental para quem trabalha com público, por exemplo.

É muito comum, contudo, encarar uma ilusão com um pensamento otimista. Isso significa apostar todas as fichas em um projeto sem fazer um planejamento, sem estudar a situação. vale para tudo: tanto para a abertura de uma empresa quanto para uma troca de emprego ou até a compra de um carro. Sabe aquele “depois eu dou um jeito de pagar”? É isso.

Portanto, é preciso ter consciência de que, sim, ser otimista é importante. Por outro lado, isso não isenta sua responsabilidade em avaliar bem cada situação antes de dar um novo passo.

Quer um exemplo? Abrir um negócio sem ter capital de giro e achar que vai dar certo porque você está otimista seria uma ilusão.

Mulher gosta de ser otimista

Atitude otimista é importante, mas ela deve estar aliada a um bom planejamento. Foto: iStock, Getty Images

Limites para ser otimista

A ciência já comprovou os inúmeros benefícios que uma atitude otimista traz para a saúde. Mas isso não é sinônimo de milagre financeiro.

Para qualquer nova etapa, é necessário ter um bom planejamento para que todos os custos estejam de acordo com sua realidade. Sempre que pensar em uma mudança que possa interferir na vida financeira da família, é interessante seguir algumas dicas. Confira:

Calcule

Se quiser adquirir uma casa, um carro ou trocar de emprego, é importante fazer um orçamento detalhado. Quanto dinheiro irá entrar? E quanto irá sair? Qual a segurança que você terá em arcar com as despesas necessárias?

Planeje

É importante ter uma noção real de quanto tempo seu projeto levará para “dar certo”. Se a ideia é abrir uma empresa, estude o ramo de negócio e conheça as estatísticas para saber qual a média de tempo do retorno financeiro. Se a necessidade é parcelar um bem, estude como isso se encaixa no seu orçamento.

Adapte-se

As mudanças sempre exigem adaptação – não apenas de rotina, mas também nas contas. Um profissional que deixará de ser empregado para ser autônomo, por exemplo, deve excluir a palavra “prestação” do vocabulário. Quando não se tem renda fixa, o padrão de vida (seu e da família) deve ser repensado.

Converse com a família

A menos que você more sozinho, toda mudança financeira na sua vida também reflete na família. Por isso, é importante que todos entendam as mudanças e a forma como podem ajudar. Reduzir as despesas básicas, como energia elétrica, gás e água é responsabilidade de todos.

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E você, costuma ser otimista em relação às finanças? Comente!

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