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Sem dinheiro trocado? Conheça razões para usar o pedágio eletrônico

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Enfrentar filas e separar um dinheiro trocado faz parte da rotina de quem precisa passar por pedágios regularmente. Esse é um direito de passagem pago mediante taxa ao poder público, a uma autarquia ou a uma concessionária delegada para ressarcir custos de construção e manutenção de uma via de transporte.

Tradicionalmente, o pedágio é pago em estradas rurais e interurbanas, mas o avanço tecnológico tem possibilitando também a cobrança eletrônica em zonas urbanas e em estacionamentos de shoppings e aeroportos.

Essa cobrança automática, feita antes ou após a passagem nos pedágios, tem facilitado também a vida dos usuários, que podem fugir das filas e do hábito de separar dinheiro trocado. De quebra, ganham tempo ao aderir aos sistemas eletrônicos disponíveis no mercado.

Carregar dinheiro trocado faz parte da realidade de quem usa pedágios.

Método de pagamento eletrônico funciona através de ondas de radiofrequência. Foto: iStock, Getty Images

Sem dinheiro trocado, recorra ao pedágio eletrônico

Para quem quer praticidade, sem precisar separar o dinheiro trocado e perder tempo nas filas de pedágio em estradas ou shoppings, os sistemas de pagamento eletrônicos agilizam a vida do usuário.

Eles substituem o pagamento manual da tarifa por um cartão de identificação no vidro do carro, que libera automaticamente a passagem pelas cancelas das praças de pedágios localizadas nas estradas e rodovias.

O chip eletrônico que substitui o dinheiro trocado fica grudado no vidro dianteiro do veículo. Ele funciona através de ondas de radiofrequência captadas por uma antena no alto do pedágio que lê os dados e os envia para uma central. A ação demora apenas segundos para ser realizada e libera a cancela para a passagem do veículo.

Sistemas de pagamentos do pedágio eletrônico

Atualmente, o consumidor pode escolher entre dois sistemas de pagamento dos pedágios eletrônicos: o pré-pago ou o pós-pago. O sistema pré-pago é feito por meio de recargas de crédito em um cartão que vai sendo consumido de acordo com a utilização do pedágio.

Ao aderir ao sistema pré-pago, o cliente escolhe um valor de recarga que varia de acordo com a empresa. Quando os créditos disponíveis atingem um valor mínimo, a recarga é feita automaticamente através de débito em conta corrente. É cobrada ainda uma taxa por cada recarga.

O motorista pode realizar recargas em postos ou no site da concessionária responsável pelo pedágio. O consumidor precisa ficar atento se existe ou não prazo de validade dos créditos.

O sistema pós-pago libera as passagens automáticas por meio do pagamento de uma mensalidade debitada em conta corrente ou no cartão de crédito do consumidor.

Além da mensalidade, a depender da empresa concessionária responsável pelo pedágio, o usuário paga uma taxa de adesão, uma taxa de renovação e de substituição em caso de perda do cartão de identificação.

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Vantagens do pedágio eletrônico

Nada de dinheiro trocado em mãos? Para o economista da FGV-SP, Samy Dana, a principal vantagem dos sistemas de pedágios eletrônicos é a economia de tempo ao usuário.

“Cada um deve calcular quanto vale sua hora, por exemplo, para avaliar se vale a pena pagar por esse serviço. Mas eles podem ser uma boa opção para as pessoas que viajam muito de carro ou frequentam os estacionamentos conveniados de shoppings e aeroportos”, acredita.

 

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