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por Vivo Seu Dinheiro

Seguro de vida é só para rico? Conheça mitos e verdades

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Qual a primeira imagem que vem à sua cabeça quando o assunto é seguro de vida? Se você pensou em um sujeito rico, com um patrimônio considerável e uma família para sustentar, talvez seja hora de rever alguns conceitos. Selecionamos mitos e verdades para esclarecer os detalhes e permitir que você possa tomar a melhor decisão ao pensar na segurança de sua família.

Não é preciso ser rico para ter seguro de vida

Os seguros existem para proteger o segurado – e o seu patrimônio – contra eventuais riscos. Você paga uma quantia periodicamente para que a seguradora banque a indenização quando ocorrer o sinistro. É possível contratar várias modalidades diferentes de seguro: do celular à casa.

O seguro de vida protege os beneficiários de sua escolha na eventualidade de você vir a faltar, seja por morte, seja invalidez, seja por outras situações — conforme as coberturas contratadas. Por envolver alguns temas delicados, que muita gente tem até receio de lidar, muitos mitos são alimentados a respeito de seu funcionamento. O principal deles é a suposta necessidade de ser rico para contratar o seguro.

Na verdade, a lógica é inversa: o serviço pode ser uma segurança para quem não tem um patrimônio considerável e depende da renda mensal para pagar as contas. Manter o padrão de vida da família de alguém que possua um patrimônio constituído pode não ser um problema. Para alguém que ainda não chegou lá, a redução de recursos no orçamento familiar pode ter impactos mais sérios. Por esse motivo, o seguro de vida também é indicado para quem está no início da carreira, mas que participa das contas de casa, por exemplo.

Seguro de vida não é só para ricos

Para os jovens, seguro de vida pode representar segurança da família. Foto: Shutterstock

6 mitos sobre o seguro de vida

Boa parte do que é dito sobre o seguro de vida não corresponde à realidade. Entre os principais mitos, pode-se citar:

Mito 1: Seguro de vida sempre é caro

O cálculo do seguro depende de uma série de fatores: quanto maior o risco de morte, maior o valor a ser pago mensalmente para garantir a indenização. Assim, alguém jovem, que não costuma se expor a riscos e leva uma vida saudável, poderá arcar com um valor razoavelmente baixo.

Mito 2: Solteiros e jovens não precisam do seguro de vida

Na verdade, o seguro é perfeitamente compatível com esse momento de vida. Mesmo pessoas jovens não estão imunes ao risco de acidentes, por exemplo. Além disso, boa parte das seguradoras tem restrições a pessoas com mais de 65 anos de idade.

Mito 3: Apenas quem é rico precisa pensar em seguro

O seguro de vida oferece proteção a famílias das mais diferentes camadas sociais, em especial as que ainda não possuem uma reserva financeira. São essas famílias que mais sofrerão com a ausência do provedor da família e de parte de sua renda mensal.

Mito 4: Pessoas com deficiência não pode fazer o seguro

As seguradoras são obrigadas a aceitar a contratação de seguros por pessoas com deficiência. É necessário informar a condição como pré-existente, mas uma possível recusa por parte da seguradora significaria discriminação, o que tem punição prevista em lei.

Mito 5: É impossível fazer seguro de vida para quem já está doente

Não há restrições, mas doença deve ser informada, pois implica um fator de risco maior para a vida do segurado. Por isso, é comum que sejam estabelecidos valores um pouco mais altos na contratação do seguro.

Mito 6: Seguro de vida só serve em caso de morte

É possível utilizar os benefícios do seguro ainda em vida, como assistências específicas, despesas com o tratamento de doenças graves ou indenização pelo afastamento temporário do trabalho por conta de acidente ou doença.

Verdades a respeito do seguro

Vale a pena esclarecer algumas dúvidas comuns para tomar a melhor decisão no momento de firmar o contrato:

Atenção ao contrato é essencial

A recomendação é comum e faz sentido: é necessário ler com atenção a proposta e conhecer as condições gerais do contrato antes de assiná-lo. Liste as garantias oferecidas pelo seguro e se informe a respeito dos riscos excluídos, aqueles que não são cobertos pela seguradora.

Proteção depende de continuidade do pagamento

As seguradoras lidam de diferentes maneiras com a inadimplência. O mais comum, porém, é a suspensão da indenização pelos sinistros ocorridos nesse período. Conheça as condições de tolerância da seguradora antes de firmar o contrato.

Beneficiários podem ser alterados

É possível escolher e alterar livremente as pessoas que serão beneficiadas com o pagamento da indenização. Basta procurar a seguradora e manter o seu cadastro atualizado.

Estilo de vida costuma influenciar no custo do seguro de vida

O seguro é feito sob medida para as características pessoais, como idade, sexo, estado civil, estilo de vida, profissão e condições de saúde. O valor mensal é calculado com base nesses dados, por isso alguém que se expõe a riscos regularmente – como o praticante de esportes de aventura – tende a pagar mais caro.

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