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por Vivo Seu Dinheiro

Seguro de casa: saiba o que fica de fora da cobertura

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Não há dúvida de que fazer um seguro de casa é de extrema importância. Afinal, ninguém está livre de ações criminosas que resultem no roubo de pertences no interior das residências. Mas é importante estar atento ao contrato, pois há itens não cobertos pela modalidade escolhida.

Entenda a cobertura do seguro de casa

Via de regra, há um valor contratado para a perda de móveis e eletroeletrônicos, por exemplo. Mas alguns objetos, como documentos, alimentos, dinheiro, cosméticos, remédios, plantas, projetos, manuscritos e livros de contabilidade não são cobertos por nenhum tipo de seguro.

Há outros itens que não entram nos planos comuns, mas que podem ser segurados sob condições especiais, como obras de arte, joias, cartões de crédito e débito ou até mesmo uma coleção de vinhos raros. Nesse caso, é preciso solicitar um contrato específico.

Saber como funciona o seguro de casa ajuda na hora de escolher o melhor serviço.

Entender os itens que não fazem parte do contrato é importante antes de assinar. Foto: iStock, Getty Images

Esses são os chamados “bens não compreendidos” que são, na realidade, itens para os quais a seguradora não indenizará os prejuízos, ainda que sejam oriundos dos riscos cobertos.

Isso inclui bens de terceiros, exceto quando estiverem sob os cuidados do segurado para reparo ou manutenção. No entanto, é necessário apresentar documentos comprobatórios – como nota fiscal ou ordem de serviço – onde conste a data da entrada e a existência no local.

Quando contratar um seguro de casa

A contratação de um seguro não requer muitas justificativas. Além das questões relacionadas à segurança – como roubos e furtos – não há patrimônio que esteja livre de incidentes. Afinal, ninguém sabe o dia, hora e lugar que um raio vai cair ou que um incêndio terá início. E ninguém, claro, quer ver boa parte do seu patrimônio escapar em poucas horas.

As modalidades mais vendidas no mercado cobrem risco de assaltos, incêndio, raio e explosão. E os preços são acessíveis. Para se ter uma ideia, é possível fazer um seguro completo por cerca de R$ 500 ao ano, com cobertura de até R$ 250 mil em prejuízos.

Mas há muitas opções de seguro. Também são bastante comuns as coberturas por danos elétricos, impacto de veículos (aéreos ou terrestres), vendaval, roubo, furto, Responsabilidade Civil Familiar, ou ainda perda e pagamento de aluguel e até mesmo desastres naturais.

Lembre-se da franquia

Caso você nunca tenha realizado nenhum tipo de seguro, é importante estar ciente da franquia. Trata-se de uma fração do prejuízo que deve ser paga pelo segurado para que a indenização seja encaminhada.

Conforme dados da Superintendência de Seguros Privados (Susep), no ano de 2014, o faturamento do setor alcançou em torno de R$ 194 bilhões. Isso representa um aumento de 9,2% em relação ao ano anterior. Somente o segmento de seguro patrimonial faturou R$ 12,2 milhões.

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Se você tem um imóvel, uma boa dica é contratar uma proteção extra. Clientes Vivo podem contratar seguro residencial que garante, entre outras coberturas, amparo contra incêndio, raio e explosão. A apólice garante o pagamento de uma indenização, quando ocorrer danos à sua residência ou ao seu conteúdo.

O seguro ainda cobre prejuízos decorrentes de roubo ou furto qualificado, de problemas causados por danos elétricos e Responsabilidade Civil Familiar.

> Seguros para seus bens: Garanta proteção contra incêndio, raio, danos elétricos, roubo e furto

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