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por Vivo Seu Dinheiro

Saiba do que você precisa para praticar asa-delta

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Ao olhar para o céu do Rio de Janeiro, na região do Corcovado, não é difícil identificar uma asa-delta sobrevoando o local. O motivo não é difícil de entender: não muito longe, no Parque Nacional da Tijuca, fica a rampa de Pedra Bonita, uma das mais conhecidas do país.

Mas nem só o litoral do país abriga locais em que a modalidade é comum. Locais no interior de São Paulo, Minas Gerais e mesmo Santa Catarina também reúnem os adeptos do esporte – e ainda aqueles que se arriscam nos primeiros voos.

Cuidados na prática da asa-delta

A sensação de liberdade e adrenalina são duas das características que mais atraem adeptos para os voos de asa-delta. Mas, antes de iniciar, é preciso ter certeza de que o equipamento cumpre com todos os padrões de segurança necessários.

Conforme lembra o instrutor de voos de asa-delta Assad Cahli, o primeiro passo é verificar se o professor e a escola tem ligação com a Associação Brasileira de Voo Livre. Assim, é possível ter mais segurança de que os procedimentos realizados são rigorosos.

O equipamento é a extensão do corpo do praticante no céu, então precisa ser checado e estar sempre em boas condições. Ele consiste basicamente na própria asa-delta, cinto de voo, paraquedas de emergência, capacete e mosquetões.

Não é preciso ter nenhuma experiência prévia para voar, mas no início é indispensável a presença do instrutor, que comanda os movimentos e conta com o conhecimento necessário para manobrar em casos de mudança do vento, por exemplo.

asa-delta

Os períodos mais secos são os mais indicados para a prática de asa-delta. Foto: iStock, Getty Images

Como funciona um voo de asa-delta

Os voos de asa-delta são agendados pelas escolas e empresas especializadas na área, mas é o vento que determina a sua realização ou não. Se tudo estiver certo, o aluno recebe as principais instruções necessárias, é equipado e está pronto para sair. Do contrário, tem a possibilidade de remarcar a data.

Para pegar o impulso necessário, é preciso correr ao longo da rampa de decolagem. Depois, basta aproveitar a vista e os minutos no ar, que variam de acordo com as condições climáticas.

No caso de voos que saem de Pedra Bonita, Cahli estima que a permanência no ar varia oito e 20 minutos, com custos na faixa dos R$430. Em geral, é possível encontrar pacotes que incluem um seguro e ainda registro fotográfico os principais momentos no céu.

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