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por Vivo Seu Dinheiro

Saiba que produtos e serviços elevam o custo de vida em Belo Horizonte

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Em tempos de instabilidade na economia brasileira, estar ciente dos índices de inflação e do seu poder de compra pode ajudar no orçamento. O custo de vida em Belo Horizonte pode ser menos oneroso à população do que é o de outras cidades, em função de a inflação ser mais baixa na capital mineira.

O custo de vida em Belo Horizonte pode ser mais baixo.

Capital de Minas Gerais ocupa a 23ª posição entre as cidades de maior custo do país. Foto: Shutterstock

O que compõe o custo de vida em Belo Horizonte

Habitação

Calculado pelo Ipead, o Índice de Preços considera que os principais componentes do custo de vida em Belo Horizonte são a habitação, a alimentação, os gastos pessoais e os preços administrados. Entre eles, as despesas com moradia são as que mais se sobressaem, avalia o economista Pedro Pettersen.

Além dos gastos com o aluguel ou as prestações de compra ou construção do imóvel, o cálculo do custo de vida em Belo Horizonte considera os encargos com a manutenção da casa. Impostos, taxas e contas de energia, água, telefone e empregados domésticos entram na conta, conforme Pettersen. Isso ajuda a alavancar a habitação para o primeiro lugar na lista dos principais custos.

Conforme o site Custo de Vida, que levanta valores nas principais áreas de consumo das cidades brasileiras, com base em dados oficiais e em informações enviadas por usuários, os aluguéis na capital de Minas Gerais ficam entre R$ 630 e R$ 1,2 mil, variando conforme o tamanho e a região em que estão localizados os imóveis.

Alimentação

Na sequência, entre os principais componentes do custo de vida em Belo Horizonte, estão os gastos com alimentação, incluindo os preços das refeições feitas em casa e em restaurantes ou lanchonetes.

Pedro Pettersen diz que alimentar-se fora de casa custa ainda mais caro do que preparar os próprios alimentos, mas destaca que é uma necessidade em uma grande cidade.

O Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), que avalia os preços das cestas básicas no país, coloca Belo Horizonte na décima colocação entre as cidades mais caras do Brasil. O registro realizado para o mês de outubro calcula que as compras básicas na capital mineira somam R$ 388,61.

Transportes

Os preços dos transportes, seja público ou em veículos pessoais, completam a tríade dos mais onerosos apontada por Pedro Pettersen. A tarifa de ônibus, depois de um breve período de redução, voltou a custar R$ 3,40 enquanto a de metrô custa R$ 1,80.

Já o combustível, segundo a Agência Nacional do Petróleo (ANP) tem preço médio de R$ 3,34 para o litro da gasolina e de R$ 2,30 para o etanol.

Como driblar o custo de vida em Belo Horizonte

Pettersen destaca uma característica da capital mineira que lhe dá vantagem sobre boa parte das demais capitais brasileiras. Segundo ele, há uma tendência de que Belo Horizonte tenha uma inflação mais baixa, o que se repete já há alguns anos. “Isso significa que, ao longo do tempo, um real compra mais em BH do que no restante no Brasil. O poder de compra fica mais elevado”, explica o especialista.

Aliando essa característica a alguns cuidados básicos com o orçamento mensal, é possível que o custo de vida em Belo Horizonte não atrapalhe no seu planejamento financeiro.

Para Eduardo Coutinho, professor do Ibmec de Minas Gerais, pesquisar antes de fazer as compras e substituir produtos por outros mais baratos são alguns dos meios para economizar.

Ele também aconselha que as pessoas deixem para fazer suas compras nos dias em que os supermercados estão em oferta. Controlar os gastos com lazer e os saques da conta corrente, além de evitar o uso do cheque especial e do crédito rotativo do cartão, são outros conselhos do especialista.

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Segundo o site colaborativo Expatistan, que avalia principalmente o custo de vida nas capitais, Belo Horizonte é a 7ª cidade mais cara do Brasil.

Já no ranking estabelecido pelo site Custo de Vida, a capital dos mineiros tem um custo de vida bem mais acessível: ocupa a 23ª posição entre aquelas de maior custo do país.

 

E você? Como enfrenta o custo de vida em Belo Horizonte? Comente!

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