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por Vivo Seu Dinheiro

Saiba que em quais setores estão as melhores alternativa de emprego

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O mercado de trabalho já está sofrendo com a perspectiva de baixo crescimento na economia brasileira para este ano. A taxa de desemprego atingiu o nível mais alto dos últimos anos, com 7,4% de desocupação, e setores que concentram boa parte da mão-de-obra do país, como a indústria automobilística, têm anunciado cortes e férias coletivas nos últimos meses.

Ao mesmo tempo, um levantamento feito pela empresa de recrutamento Hays em parceria com o Insper com 8,5 mil profissionais de nível superior identificou que 79,17% dos entrevistados buscam uma nova alternativa de emprego neste ano. Na edição anterior, o percentual de profissionais que almejavam uma oportunidade era 76,7%.

A pesquisa da Hays/Insper mostrou também que, em momentos de crise, como agora, o que 49,8% dos empregadores mais valorizam é a capacidade de adaptação. De fato, adaptar-se será necessário para quem tiver que buscar alternativa de emprego em uma área diferente neste momento, diante do desaquecimento de determinados setores.

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Adaptação é a melhor forma de entrar nessa nova era de empregos. Foto: iStock, by Getty Images

Agronegócio e serviços têm mais alternativas de emprego

Um levantamento publicado pela revista Exame, com base em diferentes consultorias, listou os setores que terão boas alternativas de emprego nesta ano, apesar do cenário de crise. Confira que áreas são essas:

Indústria de alimentos e bebidas – A Food Consulting, consultoria de São Paulo, analisou o impacto de 20 variáveis, como renda, emprego, inflação e dólar, para chegar à projeção de que o faturamento do setor de alimentos e bebidas cresça de 6% a 8% neste ano.

Agronegócio – Como as empresas do agronegócio estão deixando de ser familiares para se profissionalizar, o setor surge como alternativa de emprego, especialmente porque a expectativa é de crescimento na safra. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a produção total da safra nacional de cereais, leguminosas e oleaginosas em 2015 deverá ser 3,5% superior à de 2014. O Levantamento Sistemático da Produção Agrícola estima em 199,6 milhões de toneladas o total produzido dentre os 26 principais produtos.
Varejo – Embora a Confederação Nacional do Comércio (CNC) tenha reduzido para 1% a expectativa de crescimento do comércio varejista em 2015, as vendas de alimentos, cosméticos e higiene pessoal não devem sofrer impactos imediatos do desaquecimento econômico, segundo o estudo da Food Consulting. O menor custo desse tipo de produto permite que a indústria desse ramo seja menos afetada. Em fevereiro, a CNC projetava alta de 1,7%, mas o indicador foi revisto em maio.

Seguros e mercado financeiro – Conforme o Guia Salarial Hays/Insper, a instabilidade econômica impulsiona as seguradoras, favorecendo a expansão de empresas do setor. A Confederação Nacional das Empresas de Seguros (CNSeg) projeta um crescimento de 12,4% para o segmento em 2015. Modalidades específicas da cobertura de pessoas serão responsáveis pelo crescimento, como o segmentos de saúde, com expectativa de alta de 17,5%, e previdência privada, que deve crescer 10,5% em 2015.

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