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por Vivo Seu Dinheiro

Saiba quando o dinheiro pode se tornar prejudicial à saúde

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Pode nem sempre ser de maneira consciente, mas de uma forma ou outra, é comum que o dinheiro ganhe posição de destaque no dia a dia. Não à toa, o assunto pode se tornar prejudicial à saúde. A apreensão pelas dívidas, a insônia por não saber como pagar contas, tudo isso impacta o corpo de maneira negativa.

Mais do que ver o dinheiro como prejudicial à saúde, é preciso compreender que a dinâmica emocional e as escolhas financeiras de uma pessoa podem fazer dele um problema a afetar a rotina, explica Patrícia Rezende, psicóloga e palestrante em orientação do comportamento financeiro, que mantém o site Psicologia Financeira.

Dinheiro pode ser prejudicial à saúde.

Manter as contas em dia garante qualidade de vida e mais saúde financeira. Foto: iStock, Getty Images

Dinheiro prejudicial à saúde

A psicóloga destaca uma relação inversa daquela que costuma ser definida: não é o dinheiro que influencia os nossos atos, a não ser de um modo pontual e temporário, mas sim os aspectos que fazem parte da personalidade de cada um.

É esperado, por exemplo, que quando você recebe uma quantia extra, tenha o impulso de querer gastá-la. Mas a decisão de fazer isso, usar apenas uma parte ou poupar, depende do seu perfil, que nem sempre é constante ou responde de um modo padrão.

O limite para definir o que é saudável ou prejudicial está nas decisões extremas que o assunto pode gerar. A preocupação com as finanças é esperada, mas apenas até certo grau.

A partir do momento em que ela gera dificuldades em dormir e a conduta causa problemas nos âmbitos social e profissional, é bom ficar em alerta e evitar que o assunto dinheiro se torne prejudicial à saúde.

Vale lembrar que o conselho não serve apenas para aqueles que acumularam dívidas e não sabem como quitá-las. O cuidado é válido também para quem se preocupa em excesso com a economia e, assim, acaba perdendo em qualidade de vida.

Como agir de forma preventiva

Mas como evitar que o dinheiro seja prejudicial à saúde? A saída é encontrar um equilíbrio entre os dois extremos, tanto nas finanças quanto no nível emocional. Afinal, uma esfera influencia a outra de maneira direta.

Nesse processo, o maior desafio é estabelecer uma relação consciente de consumo e com o próprio dinheiro. Isso significa aprender a identificar o que você realmente precisa ou quando o gasto não passa de um impulso. Do mesmo modo, representa a capacidade de se permitir e planejar a compra de algo que sempre ficou para mais tarde.

Ou seja, exercitar o autocontrole e aprender a deixar os sentimentos constante de culpa e inquietação de lado. Quando isso não é possível individualmente, a dica de Patrícia é recorrer à ajuda profissional.

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