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por Vivo Seu Dinheiro

Saiba quais são as cidades mais caras do mundo para viver e trabalhar

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Trabalhar no exterior costuma ser uma experiência enriquecedora para o currículo, mas que depende de uma boa estratégia para não comprometer as finanças. Se a ideia for se aventurar mundo afora sem gastar muito, saber quais são as cidades mais caras do mundo pode ser importante no seu planejamento.

Essa informação está disponível no levantamento da agência de propriedades de luxo Savills, que já divulgou os dados relativos a 2016. Para definição do ranking, a empresa considerou o custo do aluguel residencial e comercial, entre outros parâmetros.

Em Londres se descobre quais são as cidades mais caras do mundo

Imóveis de luxo determinam a posição de Londres entre as cidades mais caras. Foto: iStock, Getty Images

Quais são as cidades mais caras do mundo?

Conforma a pesquisa da Savills, no topo da lista está Londres, a capital da Inglaterra. A explicação é que a cidade conta com diversos pontos turísticos conhecidos mundialmente e isso ajuda a elevar os preços dos imóveis e custo de vida de maneira geral.

A Terra da Rainha viu seu mercado de imóveis de luxo se tornar o maior do mundo ao alcançar o total de 1.668 propriedades avaliadas em mais de US$ 5 milhões (cerca de R$ 18 milhões), segundo um levantamento realizado pela Knight Frank, líder mundial de consultoria imobiliária.

Entretanto, Londres não vive só de turismo. Muitas pessoas viajam em busca de oportunidades de emprego, conhecimento e enriquecimento cultural. Entre 2010 e 2014, uma pesquisa feita pelo site de reservas hostels Hostelworldem observou que a Inglaterra ocupa a terceiro lugar de destino mais desejado pelos brasileiros.

Mas há outras despesas significativas na capital britânica. Além disso, a estimativa da Savills aponta que, por ano, há um gasto médio de US$ 112,8 mil (algo próximo de R$ 400 mil) para se manter um funcionário na cidade.

A pesquisa que identificou quais são as cidades mais caras do mundo em 2016 teve o seu top 5 assim formado:

  • 1º Londres
  • 2º Nova Iorque
  • 3º Hong Kong
  • 4º Paris
  • 5º Tóquio.

Ao todo, 15 cidades fazem parte do ranking e o Brasil não tem nenhuma de suas cidades na relação.

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De acordo com um estudo realizado pela Economist Intelligence Unit (EIU), braço de pesquisas da revista britânica The Economist, São Paulo e Rio de Janeiro tiveram uma queda significativa no ranking de cidades mais caras do mundo para se viver em 2016, quando comparado ao ano passado.

Em nota divulgada pela EIU, o editor do estudo, Jon Copestake, afirmou que a queda no ranking se deve à volatização do ano de 2015, incertezas políticas no Brasil, queda na exportação de produtos da América Latina e depreciação das moedas, resultando em inflação.

Em 2015, São Paulo ocupava o 50º lugar e, agora, caiu para 107º colocação no ranking da EIU. Com o Rio de Janeiro, ocorreu movimento parecido e hoje a Cidade Maravilhosa é a 113ª mais cara no mundo.

Ainda ainda sim, o peso no bolso de quem mora nessas capitais brasileiras continua elevado. Dados do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), comprovam o alto custo de vida. A pesquisa mostra que São Paulo teve um aumento de 0,44% no Índice de Custo de Vida no mês de março de 2016, quando comparado a fevereiro.

Apesar da população brasileira estar enfrentando uma inflação de dois dígitos, há a expectativa de que o turista possa se dar bem com a queda das representantes brasileiras no ranking, se aproveitando da alta do dólar para vir ao país nos Jogos Olímpicos, em agosto.

 

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