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por Vivo Seu Dinheiro

Saiba o que fazer com dinheiro que sobra no fim do mês

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O fim do mês chegou, mas você ainda não gastou todo o salário. E agora, o que fazer com dinheiro que sobrou? A dúvida é mais comum do que parece, e ajuda a explicar por que tantas pessoas têm dificuldade para construir uma estabilidade financeira.

Se você não souber como investir o montante que sobrou ao fim do mês, é improvável que consiga atingir a independência financeira no médio e longo prazo. Guardar embaixo do colchão? Quitar uma dívida? Emprestar para um parente? Aplicar na poupança? Confira a seguir algumas dicas para dar o melhor destino para o seu dinheiro.

Mulher sabe o que fazer com dinheiro

Poupar dinheiro com regularidade exige disciplina, controle e comprometimento. Foto: iStock, Getty Images

O que fazer com dinheiro que sobra no fim do mês

O mais difícil você já fez: conseguiu poupar dinheiro e chegou ao fim do mês com uma reserva financeira. Com a ajuda da educadora financeira Cintia Senna, ligada ao DSOP, montamos um passo a passo para você tomar uma decisão. Confira:

1. Avalie seu momento financeiro

A decisão sobre o que fazer com dinheiro que sobrou vai depender, em primeiro lugar, do seu momento financeiro. Faça um levantamento de todos os seus gastos para identificar se há dívidas em aberto ou contas a pagar.

Como essas pendências envolvem juros, o ideal é utilizar o montante que sobrou para quitar as dívidas. Dessa forma, você evita que o valor acumule.

2. Estabeleça um objetivo

Não há dívidas? Ótimo! Agora é hora de pensar nos seus objetivos pessoais. Você planeja adquirir um imóvel para morar com o namorado ou a namorada? Quer viajar para a Europa? Deseja comprar um carro para abandonar o transporte público?

Cintia explica que estabelecer um objetivo é essencial para dar consistência ao hábito de poupar. “Guardar pela simples ação de guardar não surtirá efeito, pois dinheiro sem destino será usado em supérfluos”, esclarece.

3. Fuja da inflação

Guardar o dinheiro em casa, seja em um cofre ou embaixo do colchão, é um erro. Não apenas pelas questões de risco e segurança, mas porque esse dinheiro não gera rendimentos, perdendo valor para a inflação.

Para entender como isso acontece, basta perceber que, todos os meses, os produtos e serviços ficam mais caros, influenciados por um descompasso entre oferta e demanda, enquanto o seu dinheiro continua o mesmo. Em outras palavras: a cada mês, você conseguirá comprar menos produtos com o dinheiro que tem guardado em casa.

Para fugir da inflação, há apenas uma saída: aplicar o dinheiro. E isso nos leva para o quarto passo.

4. Conheça as aplicações financeiras

Informe-se a respeito do cenário financeiro brasileiro e conheça todas as modalidades de investimento ao seu alcance. Há desde aplicações de alto risco, como a compra e venda de ações na Bolsa de Valores (sendo possível ganhar ou perder muito em pouco tempo), até aplicações de baixo risco, conservadoras, em que a rentabilidade é fixada no início do investimento.

Cintia explica que é um erro imaginar que valores pequenos não podem ser aplicados. Na poupança, por exemplo, já é possível começar a investir a partir de R$ 1,00. No Tesouro Direto, o mínimo é de R$ 30,00.

“Para desmistificar a ideia de que seja algo apenas para os ricos, as pessoas precisam obter informações, conhecimento, estudar e aprender sobre o que é possível ou não se fazer”, salienta.

5. Invista

Depois de pesquisar as opções, é hora de aplicar. Para começar, talvez seja interessante criar uma conta no banco e buscar auxílio do gerente da sua conta. Corretoras e educadores financeiros também são boas opções. A partir daí, é só manter o hábito e o comprometimento para ver o montante crescer.

A última dica é inverter as prioridades: em vez de aplicar o dinheiro que sobrar, separe um montante logo no início do mês para aplicar e use o restante do dinheiro ao longo do mês. Dessa forma, você garante o crescimento das suas reservas.

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