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por Vivo Seu Dinheiro

Aprenda como fazer uma rubrica e por que ela é importante

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A rubrica é uma abreviação da assinatura usada em situações específicas, como cada uma das páginas de um contrato para abrir uma conta bancária ou assinar o financiamento da sua casa própria, por exemplo.  Esse “visto” significa que você leu e concorda com tudo o que está escrito naquela página, por isso é tão importante quanto a versão completa de sua firma. Levando em consideração que você assina a última página desse tipo de contrato ou ofício, pode até parecer bobagem, mas não é.

 

Rubrica é uma mini assinatura.

A rubrica é utilizada principalmente em contratos. Foto: iStock, Getty Images

Caso alguma página do contrato seja modificada posteriormente, a ausência da sua rubrica torna evidente que você ainda não tem conhecimento sobre essa alteração. Entretanto, para que tenha valor jurídico é preciso passar pelo cartório. Pelo reconhecimento de firma, o tabelião atesta a veracidade de sua assinatura.

Isto já é motivo bastante para entender que é preciso levar alguns aspectos em conta na criação da sua rubrica. Organizamos aqui as informações básicas sobre tipos de rubrica, modelos e o passo a passo para fazer a sua. É supertranquilo: começa com uma folha de papel e uma caneta para testar e fazer tentativas.

Como fazer rubrica passo a passo

Por se tratar de uma redução da assinatura, o primeiro passo é analisar a sua. Olhando seu nome no papel, é possível identificar quais elementos você gosta mais e imagina que dariam um toque de personalidade à rubrica.

Uma dica interessante é incluir pontos, traços, intersecção de sobrenomes e outros elementos que possam destacá-la. Ao mesmo tempo em que precisa ser exclusiva para evitar falsificações, não é interessante criar um desenho complexo demais, sob o risco de não conseguir reproduzi-lo depois.

Após definir sua rubrica, é interessante testá-la de diversas formas. Mesmo que lhe pareça fácil, é essencial adotá-la somente quando já estiver completamente habituado para evitar problemas. Já imaginou rubricar dois contratos no mesmo banco de forma diferente?

Confira 10 passos e dicas, com caneta e folha de papel em mãos

  1. Escreva seu nome completo em uma folha de papel. Se já tiver adotado uma assinatura, repita-a algumas vezes, como um exercício.
  2. Experimente variar a forma de escrever, deixando a criatividade fluir e buscando alguma combinação de nome e sobrenome.
  3. Tome cuidado com o tamanho da rubrica, já que esta deve ser uma redução da assinatura. Faria pouco sentido adotar modelos de rubrica maiores do que seu nome completo.
  4. Pense em algo que tenha a ver com as suas iniciais e elabore uma lista com vários esboços de rubricas para posteriormente escolher a que mais tem a ver com a sua personalidade. Rabiscos muito abstratos podem, muitas vezes, tornar o símbolo irreconhecível ou, pior, difícil de ser repetido.
  5. Evite tipos de rubricas “espalhafatosas”, que tomem tempo para serem feitas. Imagine vistar três vias de um contrato de dezenas de páginas, como os de financiamento imobiliário: demoraria muito para terminar o trabalho.
  6. Uma rubrica precisa ser curta, facilmente reconhecida e repetida por você com naturalidade. Busque algo simples e que tenha a ver com você.
  7. Apelidos não são uma boa opção, a menos que sejam reduções do nome completo. Por exemplo: as letras “Jo Ca” poderiam compor a rubrica de uma pessoa chamada José Carlos, mas se seu apelido não tem relação com o nome e com sua assinatura, o visto ficaria difícil de ser reconhecido.
  8. Pode ser interessante criar uma rubrica bonita, ao menos de seu próprio ponto de vista. Para explicar de outra maneira: por ser uma marca usada por você em diferentes situações durante anos, você precisa se sentir representado pelo símbolo.
  9. Quando chegar a um desenho que lhe agrade, treine repetidas vezes sua execução. Você precisará ser capaz de assinar sempre da mesma maneira.
  10. Avalie se sua rubrica tem características que funcionem como uma marca pessoal, dificultando imitações ou falsificações.

Saiba mais sobre a rubrica

É muito comum a confusão na pronúncia correta da palavra. Para não deixar dúvida: a sílaba tônica é pronunciada no “i”. Desta forma, fala-se ‘rubríca’ e não ‘rúbrica’, como escuta-se frequentemente.

A palavra é oriunda do latim e sua relação com a assinatura não é assim tão direta. Ela faz uma referência à ‘rubro’, que significa vermelho. Sua origem está nos manuscritos e códices antigos, onde a rubrica era a letra ou linha inicial de um capítulo, sempre escrita em vermelho.

A expressão também é muito utilizada no Direito Civil, onde os títulos dos livros são designados como rubrica. O motivo é o mesmo: eles eram escritos em vermelho.

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