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por Vivo Seu Dinheiro

Saiba escolher alternativa de crédito mais econômica

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Escolher alternativas de crédito para quitar dívidas ou colocar projetos em prática é algo que exige a sua análise. Pensar em uma opção econômica é muito importante para os meses que se seguem após o contrato. O Brasil tem mais de 60 milhões de devedores, conforme o Banco Central, e a escolha correta do crédito é importante para que você não entre para essa estatística.

Alternativa econômica depende de cada caso

O seu objetivo faz toda a diferença na hora de escolher um tipo de crédito. Quando você sabe o que quer e o que precisa, consegue analisar as melhores opções para a sua situação. O Ministério da Previdência Social estima que, entre consignados e empréstimos pessoais, as instituições financeiras forneçam uma média de 2 milhões de empréstimos por mês.

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Seus objetivos devem ser avaliados antes de tomas uma decisão sobre o crédito. Foto: iStock, by Getty Images

Isso acontece porque, muitas vezes, os empréstimos e outras opções de crédito são mais vantajosos do que os financiamentos oferecidos por lojas, concessionárias e outras empresas. Quando você escolhe um tipo de crédito voltado para a sua necessidade, encontra taxas de juros mais adequadas ao seu orçamento e possibilidades de parcelamento da dívida que se encaixam com o seu prazo planejado.

Quando o objetivo do empréstimo é a compra de um imóvel, por exemplo, os créditos imobiliários disponíveis no mercado são alternativa mais econômica, com taxas baixas, de até 12% ao ano. Esse tipo de crédito específico utiliza o próprio imóvel como garantia e, por isso, reduz os juros significativamente, além de permitir parcelamento em até 35 anos em alguns bancos.

Outro momento em que é importante analisar os tipos de financiamentos e créditos disponíveis é na compra de produtos como geladeiras, fogões, televisores e afins. Os crediários das lojas também são uma espécie de financiamento, mas contam com juros relativamente altos, que beiram os 4% ao mês. Muitas vezes, é mais vantajoso tomar um empréstimo pessoal, com juros reduzidos de até 3%.

A compra do carro também pode trazer prejuízos se for feita sem análise prévia dos financiamentos. As concessionárias financiam os veículos através de parcerias com operadoras de crédito, que oferecem o financiamento com taxas adicionais, que encarecem o custo final. Tomar um empréstimo no banco pode ser opção econômica, com uma média de juros de 1,49% ao mês, segundo a Anefac.

Se o seu problema é com as dívidas que você já tem, mas não sabe como quitar, evite utilizar o cheque especial. Por mais que ele pareça de fácil acesso, as taxas de juros são de aproximadamente 8% ao mês, um valor muito alto para quem já está endividado. Espere mais tempo pela liberação de crédito e tome um empréstimo pessoal, com juros de 3% ao mês.

Consignado é opção econômica nas taxas

A dica principal é evitar o cheque especial ao máximo. De todas as alternativas de crédito que o mercado disponibiliza, essa é a que mais desestabiliza a sua situação econômica. Opte sempre por aqueles empréstimos e financiamentos que possuem taxas de juros mais baixas. Mesmo que eles exijam mais tempo para liberação, possuem um resultado mais satisfatório a longo prazo.

O empréstimo consignado é umas das opções mais seguras do mercado, além de ser econômica. Ele possui taxas de 2% e é descontado diretamente da folha salarial. Como o próprio salário é a garantia do pagamento, os bancos liberam esse tipo de crédito com mais facilidade. Mas ele só está disponível para aposentados, pensionistas e trabalhadores de empresas que possuem convênios com bancos que oferecem esse serviço.

 

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