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por Vivo Seu Dinheiro

Saiba como organizar as finanças pessoais para comprar o primeiro imóvel

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Comprar um imóvel é um importante passo na vida de qualquer pessoa. Além da realização de um sonho, é também um grande investimento e, como tal, exige pesquisa e cautela. Se for o primeiro imóvel, então, a atenção deve ser redobrada. Você sabe como organizar as finanças pessoais para esse momento?

A tarefa não é fácil, já que a compra de um imóvel envolve grandes quantias de capital e um bom planejamento orçamentário. É preciso considerar que os financiamentos tendem a durar anos, comprometendo parte dos rendimentos do futuro proprietário. Assim, saber como organizar as finanças pessoais é regra básica antes de qualquer negócio.

Descobrir como organizar as finanças pessoais é o primeiro passo para comprar imóvel.

Planejamento é a melhor forma de se organizar para a compra de um imóvel. Foto: iStock, Getty Images

Como organizar as finanças pessoais

O primeiro passo para organizar as finanças pessoais antes da compra do primeiro imóvel é poupar e economizar.

De acordo com o presidente da Associação dos Mutuários de São Paulo e Adjacências (Amspa), Marco Aurélio Luz, o consumidor não pode se deixar levar pela tentação e facilidades de compra do mercado imobiliário atual. “O financiamento vai comprometer a renda da família por anos, então, o comprador deve estar preparado”, avalia.

Segundo Luz, é importante que o futuro proprietário visualize seus gastos e tenha em mente que não pode comprometer mais do que 30% da renda da família. Para ele, a análise e o planejamento orçamentário também fazem parte do dever de casa de quem quer financiar um imóvel.

Outra dica da Amspa para comprar o primeiro imóvel é fazer uma poupança e guardar o máximo de dinheiro possível para dar entrada no financiamento, consórcio ou mesmo comprar o bem à vista.

Nesse sentido, é interessante ter, pelo menos, cerca de 50% do valor da propriedade depositado no FGTS, poupança e outras aplicações, recomenda Luz. “Essa reserva é importante para que o mutuário fique prevenido contra desemprego, diminuição de renda e problemas de saúde na família”, cita.

Conforme informações da Amspa, dar uma entrada maior para a aquisição do imóvel é interessante porque o mutuário tem a possibilidade de conseguir melhores condições de pagamento. A recomendação é que a entrada seja de, no mínimo, 20% do valor da propriedade.

É importante ainda que o comprador faça uma pesquisa para saber se possui as pré-qualificações necessárias para pedir um financiamento ao banco, por exemplo.

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Na hora de comprar o imóvel

Mais uma dica de organização das finanças pessoais é colocar tudo no papel, checando preço, prazos, formas de pagamentos, reajustes e taxas de juros, por exemplo.

“No caso de financiamento, é importante solicitar ao banco uma planilha de projeções com todas as parcelas do financiamento, incluindo taxas e seguros que compõem a prestação”, indica Luz.

Ele tambem considera fundamental que o mutuário tenha em mente que os gastos com o primeiro imóvel não são apenas referentes à aquisição. “A compra de um imóvel é um processo burocrático e cheio de trâmites legais que pesam no bolso do consumidor. Reserve dinheiro para os gastos com cartório e eventuais despesas com reforma, seguro e mudança”, finaliza.

 

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