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por Vivo Seu Dinheiro

Saiba como conseguir financiamento com novas regras do Fies

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O Ministério da Educação (MEC) publicou em julho, no Diário Oficial da União, as novas regras do Fies. As medidas passam a valer para adesões feitas a partir do segundo semestre deste ano.

Para quem está ingressando na faculdade ou precisa de dinheiro para concluir o Ensino Superior, é importante estar por dentro das mudanças. Saiba o que essas alterações representam e veja como conseguir um financiamento no Fundo Estudantil.

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Mudanças no Fies acabam afetando diretamente o bolso dos brasileiro. Foto: iStock, Getty Images

O que muda com as novas regras do Fies

O Fies é um programa do governo que oferece financiamento em instituições privadas de ensino superior. Atualmente, cerca de 2,1 milhões de contratos estão ativos. No segundo semestre de 2015, serão disponibilizadas  61,5 mil novas vagas pelo fundo, segundo anúncio do ministro da Educação, Renato Janine Ribeiro.

Conforme a portaria que oficializou as alterações do programa do governo, existem cinco grande mudanças implementadas pelas novas regras do Fies: política de prioridades, taxa de juros, prazo de amortização das parcelas, pagamento de juros trimestrais e limite de renda por família. Confira de maneira detalhada o que representam cada uma dessas alterações.

Prioridades

Até a nova determinação, não havia uma política explícita de prioridades. A partir das novas regras do Fies, os cursos das áreas da saúde, formação de professores e engenharias passam a ter vantagens sobre os demais. Além disso, as faculdades das regiões Norte, Nordeste e Cento-Oeste – excluído o Distrito Federal – também terão prioridade nas ofertas de vaga.

Os cursos com nota 4 e 5 (máxima) nas avaliações do MEC também passam a ter primazia de escolha. No entanto, a Secretaria de Educação Superior do Ministério poderá definir critérios adicionais para a distribuição de vagas, caso julgue necessário.

Taxas de juros, prazo de amortização e pagamentos

Além das prioridades, também haverá mudanças que irão pesar no bolso dos brasileiros. Segundo a nota conjunta divulgada, no final de junho, pelo MEC e o Ministério de Planejamento, Orçamento e Gestão, os juros passarão dos atuais 3,4% para 6,5%.

A nota acrescenta que aumentarão também os juros que o aluno paga trimestralmente ainda durante o curso. A taxa que era de até R$ 50, passará ser de até R$ 250. O prazo de carência para pagar o financiamento passará para três vezes a duração do curso, sem o ano extra que era concedido anteriormente.

Limite de renda

Outro ponto alterado é em relação ao limite de renda para contratar o financiamento estudantil. Antes, a renda familiar bruta era de até 20 salários (R$ 15.760). Agora, passará a ser de 2,5 salários mínimos por pessoa. Esse valor equivale em valores atuais, a R$ 1.970 por mês.

Ainda de acordo com a nota conjunta, o Fies vai continuar abrangente, pois 90% das famílias estão dentro dessa faixa de renda.

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