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por Vivo Seu Dinheiro

Risco e retorno: como ponderar na hora de investir?

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Em todo investimento, risco e retorno são proporcionais. Quanto mais se paga por um investimento, maior é a perda – caso ela ocorra. No entanto, a gratificação pode ser superior quando há sucesso na operação. Encontrar o meio termo entre esses dois aspectos não é tão difícil.

Homem avaliando o risco e retorno dos seus investimentos.

Conhecer o seu perfil de investidor é importante para aliar rentabilidade e segurança. Foto: Shutterstock

Entenda a relação risco e retorno

Paulo Ancona, diretor da Consultoria Vecchi Ancona Inteligência Estratégica, explica o que é preciso saber sobre a relação entre risco e retorno. Segundo ele, o tipo de investimento deve ser definido levando em conta o perfil do interessado em entrar nesse meio. É interessante que a pessoa tenha autoconhecimento para identificar sua capacidade de arriscar e o quanto pretende colocar em jogo.

Há os que optam por estratégias mais agressivas, mas não são poucos os que preferem transações mais seguras. “Negócios ou aplicações financeiras conservadoras normalmente rendem menos”, explica Ancona.

Alguns investimentos em fundos, exemplifica ele, chegam a recompensar o dobro de outros considerados conservadores. Essa equação pode ser a consequência de meses. Quando há prejuízo em alguma etapa desse período, é aconselhável ter sangue frio para lidar com esse tipo de operação.

“Cada aplicação é formada por cotas de fundos. Cada fundo está ligado a um tipo de empresa, câmbio, bolsa de valores, etc. Daí é que surgem as diferenças de resultados”, diz.

Ancona afirma que o ideal é ter uma cesta de ativos balanceada: uma parte do capital é colocada nos negócios com risco e a outra vai para as operações conservadoras. “Mas não aquelas a ponto de nem remunerarem a variação da inflação”, alerta o diretor.

Aproprie-se da transação

Confira sete dicas que podem fazer toda a diferença na sua relação entre risco e retorno:

  1. Avalie bem as consequências de cada opção
  2. Acompanhe todos os meses os resultados de sua aplicação
  3. Entenda cada uma das operações
  4. Altere o tipo de investimento quando perceber que algum está rendendo muito pouco
  5. Nesse caso, faça mudanças e análises até encontrar uma forma que seja confortável para seu perfil
  6. Os fundos de previdência permitem trocas e portabilidade. Ou seja, você pode migrar de um banco (ou gestora de fundos) para outro sem nenhum prejuízo
  7. Na nova instituição, é possível optar por outros fundos que venham a ser oferecidos.

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Boas opções para investir

Aplicações em longo prazo:

São bem-vindas aquelas feitas no Tesouro Direto ou em Fundos de Previdência, que ainda têm seguros de vida e beneficiários previamente escolhidos

Aplicações em médio e curto prazo:

Cada banco oferece uma carteira com várias rentabilidades projetadas, mas que podem exigir carência para retirada, maiores impostos na movimentação ou ainda aplicação inicial a partir de um valor mínimo.

Para iniciantes, o melhor caminho é sentar com o gerente do banco e conversar. Antes de se aventurar com empresas gestoras de fundos ou aplicações mais agressivas, pense bem na sua estratégia e escolha a que melhor combinar com o seu perfil.

 

E você, como lida com o risco e retorno de seus investimentos? Comente!

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