Vivo
 
por Vivo Seu Dinheiro

Reveja sua conduta financeira e fuja do efeito bola de neve

A- A+

Quando o assunto é o seu dinheiro, pior do que contrair dívidas, é perder o controle sobre elas. É quando o endividamento se acumula que as soluções tornam-se mais difíceis e sonhos precisam ser adiados. Se você não tem boa disciplina financeira, quando menos perceber, pode ser mais uma vítima do efeito bola de neve.

A origem do efeito bola de neve

Inflação elevada, altas taxas de juros e aumento no desemprego. Esses são os três principais fatores apontados pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) para o crescimento na dificuldade do brasileiro em quitar suas dívidas.

De acordo com pesquisa realizada pela instituição em julho, o Indicador de Recuperação de Crédito teve uma queda de 4,87% no acumulado do primeiro semestre de 2015. O resultado é o conhecido efeito bola de neve.

Mas nem só os fatores relacionados ao cenário econômico permitem que as dívidas se acumulem e fiquem difíceis de pagar. A maneira como você administra as finanças também é decisiva para determinar o saldo da sua conta ao fim de cada mês.

Controlar suas despesas previne endividamento. Foto: iStock, Getty Images

Brasileiro costuma se atrapalhar e se endividar com as pequenas despesas. Foto: iStock, Getty Images

Erros que levam ao efeito bola de neve

A maioria das famílias sabe o quanto paga de aluguel ou com o financiamento da casa própria. Para o coach Rodrigo Marroni, o principal problema está relacionado ao controle dos detalhes, que costumam ficar de lado na hora de fazer as contas.

É o caso das compras no shopping, dos lanches fora de casa e mesmo das diversas passadas no supermercado. Quando chega a hora de olhar para o dinheiro disponível, os números não parecem fechar – e não é por acaso.

Principalmente em um momento que é de instabilidade, conhecer mesmo os gastos menores que compõem o orçamento pode ser a diferença entre ficar longe das dívidas e permitir que elas se acumulem.

Além de manter tudo anotado, é fundamental que as informações sejam partilhados pelo casal. Afinal, de nada adianta que a atitude de economizar parta apenas de um dos lados. O planejamento não pode ser feito de maneira individual, precisa ser coletivo.

“Outro problema bem recorrente são os valores debitados na conta corrente, como a própria taxa do banco ou algum juro por ter utilizado o cheque especial por alguns dias no mês”, lembra ainda Marroni.

Recorrer ao cheque especial, aliás, é erro frequente. Conforme lembra o economista Bernardo Baggio, as taxas cobradas nesse modalidade têm alcançado recordes históricos. No mês de julho, o valor chegou à marca de 240% ao ano.

Já o cartão de crédito, apesar dos juros ainda maiores (quase 400% ao ano), pode ser uma alternativa, desde que utilizado da maneira correta. Na prática, isso significa não atrasar o pagamento da fatura e não recorrer à parcela mínima, casos em que as taxas são aplicadas, tornando quase impraticável a tentativa de manter as contas em dia.

Você vai se interessar por:

Saiba como enfrentar o superendividamento e sair vitorioso

Prescrição de dívidas: conheça os prazos e descubra se vale aguardar

Veja três conselhos que vão mudar sua vida financeira hoje

Organize suas finanças

Para aprender a controlar as contas do lar, é preciso ouvir quem sabe. Se você quer aprender a usar o seu dinheiro de um jeito mais inteligente, conheça o Vivo Finanças Pessoais. Com ele, você receberá mensagens e participará de jogos que lhe ajudarão a utilizar o seu dinheiro de uma maneira inteligente, controlar seus gastos e poupar. E você ainda concorrerá a sorteios diários.

> Vivo Finanças Pessoais: Receba dicas por SMS e concorra a R$ 2.500 todos os dias

Que tal as dicas para fugir do efeito bola de neve? Compartilhe!

como aprender com erros de finanças
liquidação ou promoção
pegar empréstimo e não pagar
Como ter uma boa qualidade de vida
Como organizar a vida financeira de uma empresa
Pedindo dinheiro emprestado para amigos