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por Vivo Seu Dinheiro

Reprodução assistida: planejamento deve envolver também as finanças

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A transformação pela qual as mulheres passaram nas últimas décadas, sobretudo em relação à carreira, fez com que a gravidez, por vezes, fosse adiada. Conforme a idade avança, se o desejo permanece, mas sua concretização se torna difícil, recorrer à reprodução assistida é opção. Mas o casal preciso estar preparado, inclusive no quesito financeiro.

O que é reprodução assistida?

O termo reprodução assistida se refere a um conjunto de técnicas, aplicadas por médicos especializados, para facilitar a gestação em mulheres que encontram dificuldades para engravidar.

Antes de testar qualquer método, porém, é importante consultar um ginecologista e entender qual é o prazo para tentar o modo convencional, ou seja, a relação sexual. Se ainda assim houver dificuldade, é preciso realizar exames para um possível diagnóstico. Tudo faz parte de um planejamento, que deve considerar ainda os custos do procedimento.

Casal discute reprodução assistida

Técnicas têm alto custo, mas podem ser feitas de forma gratuita em alguns hospitais. Foto: iStock, Getty Images

O custo de um sonho

Recorrer à reprodução assistida para realizar o sonho da maternidade não é uma atitude acessível a todos os bolsos. O valor varia muito de acordo com a técnica que será utilizada. Os tratamentos mais simples – com consultas médicas, ultrassom e hormônios – partem de R$ 600.

A lista de possibilidades é grande, sendo que os tratamentos mais complexos podem bater na casa dos R$ 20 mil. Essa faixa de preço inclui o chamado o diagnóstico pré-implantacional (PGD), que envolve a fertilização e o exame genético dos embriões.

Serviço gratuito é alternativa

Se o casal não possui condições financeiras para arcar com o tratamento, ele pode se candidatar ao serviço gratuito, que no Brasil é oferecido por alguns hospitais. Conheça opções grátis para fazer a reprodução assistida:

  • Hospital de Clínicas da Universidade Federal de Minas Gerais (Belo Horizonte)
  • Hospital Materno Infantil (Brasília)
  • Hospital Nossa Senhora da Conceição (Porto Alegre)
  • Hospital de Clínicas (Porto Alegre)
  • Hospital de Clínicas (São Paulo)
  • Centro de Referência em Saúde da Mulher Pérola Byington (São Paulo)
  • Hospital das Clínicas (Ribeirão Preto)
  • Instituto de Medicina Integral Professor Fernando Figueira (Recife).

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Reprodução assistida não é só inseminação

Embora muitas pessoas entendam a reprodução assistida como a inseminação artificial, há várias técnicas que podem ser utilizadas, dependendo da necessidade e da realidade de cada família.

O tratamento mais simples é a relação sexual assistida, com consultas e uso de hormônios, conforme já mencionado acima. Já a inseminação artificial requer a inserção de espermatozóides no útero, com ajuda médica, e também requer hormônios.

Ela difere bastante da fertilização in vitro, que consiste na introdução dos espermatozoides ao redor do óvulo, em uma operação que é realizada em laboratório. Esse é um dos tratamentos mais caros.

Muitas vezes, também é necessário acessar um banco de esperma para comprar o material genético de um doador. Por fim, o PGD (já mencionado acima) é um dos diagnósticos menos acessíveis, e faz parte da técnica de fertilização in vitro.

 

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