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por Vivo Seu Dinheiro

Refinanciamento imobiliário: o que é e quando contratar

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Em busca de empréstimos de altos valores com juros menores, algumas pessoas optam pelo refinanciamento imobiliário. Se esse é o seu caso, é importante conhecer as regras e saber como a modalidade funciona. À primeira vista, ela pode parecer vantajosa, mas só será assim se você adotar os devidos cuidados para não colocar seu patrimônio em risco.

O que é refinanciamento imobiliário

O refinanciamento imobiliário é um tipo de empréstimo. Mas o recurso não precisa ser investido obrigatoriamente em imóveis. Concedido por grandes bancos, a vantagem é que as taxas de juros geralmente são menores. A desvantagem é que um imóvel deve ser dado como garantia.

Negociação de refinanciamento imobiliário

Imóvel dado como garantia representa principal risco da modalidade de empréstimo. Foto: Shutterstock

Nesse sentido, esse empréstimo é, ao mesmo tempo, arriscado e vantajoso, pois os bancos costumam ceder até 60% do valor do imóvel. Uma pessoa com pouco controle financeiro ou com risco de não pagar as parcelas pode ter seu imóvel tomado pelo credor.

Ainda assim, costuma ser fonte de empréstimo para quem precisa de um montante elevado. Como exemplo, imagine que o imóvel dado como garantia tenha o valor de R$ 300 mil. Nesse caso, você pode receber até R$ 180 mil. Tudo isso, claro, mediante uma avaliação do patrimônio realizada pelo credor. Além disso, é preciso que ele esteja com a matrícula regularizada.

Conforme educadores financeiros, as situações mais propícias para solicitar um refinanciamento imobiliário são para investimento em um negócio ou ampliação da empresa. O motivo é simples: são situações que vão gerar um retorno financeiro, facilitando o pagamento da dívida.

O que levar em consideração

Antes de contratar um refinanciamento imobiliário, é importante saber que, embora os juros sejam mais baixos que outras modalidades praticadas pelo mercado, o pagamento é longo, podendo durar até dez anos. Então, avalie se o motivo que o leva a pedir dinheiro vale o risco que corre.

Em caso de débitos bancários ou dívidas de cartão de crédito, sobretudo se os valores não são excessivamente altos, pode ser arriscado demais recorrer à modalidade. Nesses casos, o orçamento já fugiu do controle e você pode estar a poucos passos de deixar de honrar essa nova dívida.

Outro engano comum é em relação aos negativados. Há bancos que concedem esse tipo de empréstimo a quem está com o nome sujo, mas os juros cobrados normalmente são mais altos. Se você estiver nessa condição, pense bem antes de solicitar o refinanciamento imobiliário.

A menos que tenha total controle de sua vida financeira, não é indicado arriscar parte de seu patrimônio com esse tipo de empréstimo. Se tiver dúvidas, pode ser mais vantajoso contar com a ajuda de um profissional para fazer um diagnóstico da sua vida financeira e reequilibrar as contas, utilizando ferramentas mais seguras.

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Se você tem um imóvel, vale a pena pensar em garantir uma proteção extra. Clientes Vivo podem contratar seguro residencial que garante, entre outras coberturas, amparo contra incêndio, raio e explosão. A apólice garante o pagamento de uma indenização, quando ocorrer danos à sua residência ou ao seu conteúdo. O seguro ainda cobre prejuízos decorrentes de roubo ou furto qualificado, de problemas causados por danos elétricos e Responsabilidade Civil Familiar.

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