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por Vivo Seu Dinheiro

Quero pedir demissão: veja como se organizar financeiramente

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“Cansei do meu trabalho”. “Quero fazer um intercâmbio de estudos.” “Vou abrir meu próprio negócio e quero pedir demissão.” Muitos profissionais que sonham em crescer na carreira passam por esse tipo de dilema em algum momento da vida.

Contudo, quando se pensa em algo como “quero pedir demissão”, não se trata de uma decisão tão simples de ser tomada. Se você tem família, é ainda mais complicado, pois há um cônjuge – e talvez filhos – que contam com sua renda para o pagamento das despesas mensais.

Quero pedir demissão.

Até mesmo a decisão de desligamento da empresa precisa de planejamento. Foto: Shutterstock

Quero pedir demissão, e agora?

Para o professor de Finanças da Universidade do Vale do Rio dos Sinos, Sérgio Soldera, há uma premissa básica para todas as etapas da vida. Isso vale tanto para o seu momento “quero pedir demissão” por iniciativa própria, quanto para o momento que a empresa demite você: “É preciso ter uma reserva financeira. Sempre”, sentencia.

Importante saber que é você que irá definir se a sua poupança deve ser P, M, G ou GG, com base nos seus objetivos futuros e no seu padrão de vida. “Se ficar difícil dimensionar o recurso necessário, faça uma planilha com os seus gastos e analise o quanto precisará por mês”, ensina Soldera.

Também é fundamental, conforme o professor, avaliar por quanto tempo ficará sem caixa. Isso também depende dos seus objetivos. “Se você pretende pedir demissão para abrir uma empresa, precisa avaliar quanto tempo o seu negócio levará para engrenar. Se a estimativa for de um ano, você precisa de uma poupança para cobrir suas despesas ao longo desse período”, aconselha

Se você já é um investidor, pode ser interessante fazer uma aplicação na qual o recurso possa ser resgatado a qualquer momento, em parte ou na sua totalidade. Um exemplo disso são os títulos do Tesouro Direto. “Dessa forma, você pode até mesmo cobrir alguma despesa da sua empresa”, esclarece.

Planilha é indispensável

A sua ferramenta para manter as contas em dia será uma planilha financeira. Soldera recomenda arquivos prontos do programa Microsoft Excel, que podem ser obtidos de forma gratuita na internet, inclusive no Vivo Seu Dinheiro. “Se preferir, até mesmo os aplicativos de celular são úteis”, diz.

A partir da previsão de gastos, é necessário ter um pouco de sabedoria para alocar os recursos. “É preciso avaliar os custos que se pode reduzir, eliminar ou jogar mais para a frente”, explica. Ele indica que se faça um fundo para no mínimo seis meses, podendo chegar a um ano, que seria o ideal.

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Você tem uma boa dica para quem está num momento “quero pedir demissão”? Comente!

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