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por Vivo Seu Dinheiro

Quer estudar na Europa? Tire suas dúvidas

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Pensando em estudar na Europa? Esta é, com certeza, uma ótima ideia. Afinal, o Velho Continente abriga muitas das mais conceituadas universidades do planeta. Não há dúvida de que uma pós-graduação ou qualquer outro curso relacionado à sua área de atuação pode dar uma turbinada no seu currículo e abrir muitas portas na vida profissional.

Como funciona o visto para estudar na Europa

Para estudar na Europa é preciso ter um visto, porém as regras de emissão de vistos ou títulos de residência de longo prazo (como estudo, trabalho e residência) são diferentes em cada país. Os valores também podem variar. Portanto, assim que você definir a universidade onde quer estudar, procure o consulado daquele país antes de fazer sua matrícula.

Experiência é enriquecedora para aluno de diversas formas. Foto: iStock, by Getty Images

Experiência é enriquecedora para aluno de diversas formas. Foto: iStock, by Getty Images

O visto só dá direito a estudar em determinado país. Porém, em função do Acordo de Schengen, assinado em 1985, o trânsito entre diversos países é livre. Fazem parte desse acordo Áustria, Alemanha, Bélgica, Dinamarca, Finlândia, França, Grécia, Islândia, Itália, Luxemburgo, Noruega, Portugal, Espanha, Suécia e Países Baixos. Isso significa que você tem trânsito livre entre eles.

Já pensou na universidade para estudar na Europa?

Universidade é o que não falta na Europa. Tanto nas metrópoles quanto em cidades nos arredores, o Velho Continente transpira conhecimento. Porém a escolha é um processo muito particular para cada aspirante a aluno.

É importante, antes de pensar em estudar na Europa, se informar sobre o tempo de curso e a taxa de matrícula. Conhecer as etapas do curso, os requisitos exigidos por cada universidade e o calendário do processo de seleção (principalmente de cursos mais longos, como a graduação) também é fundamental.

No caso da graduação, o processo de seleção para estudar na Europa é bem diferente do Brasil. Seu desempenho no Ensino Médio, atividades extracurriculares e trajetória pessoal podem dizer muito para as universidades no exterior. Mais do que o resultado de provas.

Conforme a coordenadora do Prep Program do projeto Estudar Fora, Laila Parada-Worby, as universidades querem avaliar a fluência do aluno em inglês, a performance acadêmica, o engajamento em atividades extracurriculares, o que os professores dizem a seu respeito e as notas em exames padrão.

Ainda assim, ela observa que, mesmo que existam etapas comuns a todas as universidades, cada uma tem suas particularidades no processo. As instituições de ensino também avaliam se o aluno se encaixa em suas particularidades, se o perfil dele combina com a universidade.

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