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por Vivo Seu Dinheiro

Quanto vou gastar com documentos na compra de um imóvel? Descubra

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Quanto vou gastar com documentos na compra de um imóvel? Essa é uma dúvida comum para aqueles que planejam adquirir um imóvel, seja a casa própria ou mesmo uma sala comercial. De fato, é preciso fazer essa conta, uma vez que estamos falando de valores significativos, sendo prudente estar preparado com uma reserva financeira.

Quanto vou gastar com documentos na compra de um imóvel

Escritura, registro e imposto são os principais custos na compra do imóvel. Foto: iStock, Getty Images

Quanto vou gastar com documentos na compra de um imóvel?

O presidente do Sindicato dos Corretores de Imóveis do Rio Grande do Sul (Sindimóveis-RS), Carlos Lammel, explica que são três despesas principais: imposto, escritura e registro. Saiba mais sobre cada uma delas.

Imposto

O Imposto de Transmissão de Bens Imóveis (ITBI) é um tributo municipal, cuja alíquota é variável entre municípios. Em Porto Alegre, por exemplo, é de 3% sobre o valor de avaliação do imóvel. “Quando a compra é pelo Sistema Financeiro de Habitação, a alíquota do ITBI é de 0,5% sobre o valor financiado”, informa.

Só podem ser financiados pelo SFH os imóveis com valor de até R$ 750 mil. Bens ligados ao Programa de Arrendamento Residencial (PAR) ou de Habilitação de Interesse Social (HIS) também têm sua taxa de ITBI limitada a 0,5% do valor financiado. Caso exceda o limite de valor da cidade, pode ser cobrada uma tarifa.

É importante esclarecer que o ITBI deve ser pago pelo comprador. Somente nos casos de permuta é que ambas as partes – comprador e vendedor – dividem o custo.

Já as despesas com escritura e registro são tabeladas por lei. Para explicar o cálculo de uma forma simplificada, pode-se dizer que cada uma delas custa 0,5% do valor de avaliação do imóvel.

Registro de compra

Para poder mudar o nome do proprietário – ou seja, passar para o nome do comprador – é necessário efetuar o registro de compra.

O valor dessa operação muda em cada estado e é fixo para cada faixa de preço. Assim, os imóveis mais caros terão, consequentemente, taxas mais altas. O custo do registro de um apartamento de R$ 200 mil não será o mesmo que um imóvel de R$ 900 mil, por exemplo.

Escritura

Nada mais é do que o contrato de compra e venda. Assim como o registro, seu preço também é definido de acordo com o valor do imóvel, por meio de tabela que varia conforme o estado. Dependendo do tipo de negociação, é possível reduzir os custos com o amparo da lei.

Tanto para escritura quanto para o registro, os contratos de financiamento viabilizados pelo SFH permitem um desconto de até 50% no valor, desde que o seja o primeiro imóvel e que sua avaliação não exceda R$ 500 mil.

Em financiamentos, a escritura não é necessária, uma vez que o contrato emitido pela instituição financeira tem força de escritura pública. Por outro lado, aqueles que já foram proprietários de imóveis, ou ainda os que estão recebendo por herança ou doação, devem arcar com os custos dos documentos.

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