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por Vivo Seu Dinheiro

Judô acumula medalhas no Pan. Saiba como se tornar um praticante

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Charles Chibana, David Moura, Érika Miranda, Luciano Correia e Tiago Camilo escreveram seus nomes na história do judô brasileiro ao conquistar medalhas de ouro nos Jogos Pan-Americanos 2015, realizados em Toronto, no Canadá, entre os dias 10 e 26 de julho.

Os atletas ganharam cinco das 13 medalhas conquistadas pela modalidade na competição: o Brasil levou ainda mais duas pratas e seis bronzes. Como o judô participou da disputa em 14 categorias diferentes, o aproveitamento da equipe foi de 92%.

O resultado positivo da equipe de judocas, a que mais ganhou medalhas para o País, ajuda a despertar interesse pelo esporte e também estimula a conquista de novos adeptos para a prática. Mas o qual o custo de se tornar um praticante faixa preta de judô?

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Ouro de Chibana dá sequência aos bons resultados do esporte no Brasil. Foto: Roberto Castro/ME

Judô é dividido em sete categorias

Segundo regras divulgadas pela Confederação Brasileira de Judô (CBJ), o esporte possui sete categorias diferentes, de acordo com o peso dos praticantes: ligeiro, meio-leve, leve, meio-médio, médio, meio-pesado e pesado.

Cada categoria tem seu peso próprio, que é diferente para homens e mulheres. A categoria ligeiro, por exemplo, é disputada por atletas que pesam até 60kg (homens) e 48kg (mulheres). No caso do pesado, participam atletas que pesam mais de 100kg (homens) e acima de 78kg (mulheres).

Além das categorias, o judô é dividido também por faixas que representam a graduação do praticante. A CBJ segue um sistema que determina nove cores de faixas: branca, cinza, azul, amarela, laranja, verde, roxa e marrom e preta, em ordem da menor para a maior graduação.

A cada nova faixa conquistada, o praticante do judô aprende novos golpes e tem um maior grau de eficiência no combate. De acordo com as regras da CBJ, para migrar de uma faixa de menor grau para uma maior, são avaliados critérios como duração de tempo de treino, idade, caráter moral, execução das técnicas especificadas nos regulamentos e comportamento em competições.

As ligas estaduais de judô estaduais são responsáveis pela realização dos exames que concedem as promoções de graduações para os alunos (Kyu), as chamadas mudanças de faixa. Existem ainda outros tipos de faixas para os mestres (Dan): preta, branca e vermelha e só vermelha.

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Peso dos competidores é o que define a categoria em que competem. Foto: Roberto Castro/ME

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Custos para praticar judô

Não existe um tempo certo para a obtenção da faixa preta pelo praticante do judô. Esse prazo varia de pessoa para pessoa e depende da sua dedicação em relação ao esporte. A trajetória pode exigir anos de treinamento.

Além do tempo empenhado e do esforço pessoal, os custos com treinamentos são basicamente com uniforme e mensalidade da academia, que vão variar de acordo com a quantidade de aulas semanais. Existem cursos com atividades duas ou três vezes por semana.

Os valores são diferentes em cada academia, mas podem ultrapassar os R$ 100 de mensalidade. Em um ano, por exemplo, o praticante desembolsa mais de R$ 1 mil com os treinos. A CBJ disponibiliza uma lista de academias ligadas à federação onde o esporte pode ser praticado.

Outra despesa do praticante é com o exame de graduação. Quanto maior o grau da faixa, mais caro ele é, variando entre R$ 50 e R$ 300.

No caso do praticante querer se tornar um judoca profissional, os treinos são diários, mas o atleta precisa contar com patrocínio para se dedicar exclusivamente ao esporte.

 

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