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por Vivo Seu Dinheiro

Quais são os impostos federais, estaduais e municipais

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Os brasileiros pagaram mais de dois trilhões de reais em impostos no ano de 2015. Mas você sabe que parte desse montante vai para a União? E os estados e municípios, ficam com quanto? Neste artigo, você vai entender quais são os impostos federais, estaduais e municipais, e qual a finalidade de cada um.

Pessoa tentando descobrir quais são os impostos federais.

Imposto de maior arrecadação no país é o ICMS, cujo montante fica com os estados. Foto: iStock, Getty Images

Quais são os impostos federais

De tudo que é arrecadado no país em impostos, os tributos federais representam 65,95%. Os tributos estaduais equivalem a 28,47% e, os municipais, a 5,58%. Confira, a seguir, quais são os impostos federais, estaduais e municipais com maior influência sobre a arrecadação:

Federais

  • II – Imposto sobre Importação
  • IOF – Imposto sobre Operações Financeiras
  • IPI – Imposto sobre Produto Industrializado
  • IRPF – Imposto de Renda Pessoa Física
  • IRPJ – Imposto de Renda Pessoa Jurídica
  • ITR – Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural
  • Cide – Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico
  • Cofins – Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social
  • CSLL – Contribuição Social sobre o Lucro Líquido
  • FGTS – Fundo de Garantia do Tempo de Serviço
  • INSS – Instituto Nacional do Seguro Social
  • PIS/Pasep – Programas de Integração Social e de Formação do Patrimônio do Servidor Público.

Quais são os impostos estaduais e municipais

Estaduais

  • ICMS – Imposto sobre Circulação de Mercadorias
  • IPVA – Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores
  • ITCMD – Imposto sobre a Transmissão Causa Mortis e Doação.

Municipais

  • IPTU – Imposto sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana
  • ISS – Imposto Sobre Serviços
  • ITBI – Imposto sobre Transmissão de Bens Inter Vivos.

A lista é longa e é preciso atenção para analisá-la. De acordo com a Associação Comercial de São Paulo (ACSP), o tributo de maior arrecadação é o ICMS, com 19,96% do total, seguido pelo INSS, com 19,18%, e pelo Imposto de Renda, que fica com 15,62% do total.

Entre as principais críticas dos especialistas que condenam a carga tributária brasileira, está a chamada bi-tributação, em que um critério é tributado mais de uma vez.

Se você ficou interessado pelo assunto, vale a pena acessar o site do Ministério da Fazenda para conferir detalhes da arrecadação e avaliar.

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Carga tributária desafia brasileiros

O ano de 2015 não foi animador para a economia brasileira. O Produto Interno Bruto (PIB) encolheu, os investimentos diminuíram, a indústria produziu menos e a inflação encerrou o ano acima do topo da meta estipulada pelo Governo Federal.

Só que, mesmo nesse cenário de crise, em que também cresce o percentual de famílias endividadas, a arrecadação de impostos bate recordes. De acordo com o Impostômetro, ferramenta criada há dez anos pela ACSP, os brasileiros pagaram mais de dois trilhões de reais em impostos no ano de 2015. A marca histórica foi atingida em 30 de dezembro.

O retorno desse investimento tão alto nem sempre é percebido pelos brasileiros. Um estudo com os 30 países com a maior carga tributária, divulgado em 2015 pelo Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário (IBPT), revelou que o país é o pior colocado no ranking que mede o retorno oferecido em termos de serviços públicos de qualidade à população, na comparação com o que o contribuinte paga em impostos.

 

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