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por Vivo Seu Dinheiro

Planeje um futuro mais tranquilo com a reeducação financeira

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Quando o assunto é dinheiro, nunca é tarde para rever atitudes e aprender a lidar melhor com as finanças, controlando gastos e tendo organização para pagar contas, não se endividar e viver com algum conforto. Iniciar agora mesmo um processo de reeducação financeira pode garantir um futuro mais tranquilo, inclusive pensando em sua aposentadoria mais tarde.

Reeducação financeira: nunca é tarde para começar

De acordo com o economista Sérgio Soldera, da Universidade do Vale do Rio dos Sinos, a pessoa passa por diferentes momentos ao longo dos anos e a gestão das finanças varia com eles. “Ela vai ter rendas, gastos e necessidades diferentes”, afirma.

A vida financeira de uma pessoa deve ser pensada a longo prazo, mas quanto à reeducação financeira, nunca será tarde para começar. Embora também valha aquela máxima: quanto antes, melhor.

Nunca é tarde para começar uma reeducação financeira.

Nunca é tarde para começar a organizar um futuro financeiro melhor. Foto: iStock, Getty Images

Hoje, você pode não ter a renda desejada, mas um pouco mais adiante pode ser que ela seja melhor. Mas é fundamental que haja organização e estratégia. “Você deve fazer um planejamento de longo prazo, de 20, 25, até 30 anos”, recomenda o economista.

Durante os anos, você vai pensar em formação, emprego, uma fonte de renda. A dica de Soldera é estabelecer metas dentro do tempo. “Até os 30 anos, você estipula que estará formado ou terá um negócio próprio”, exemplifica. Essa reeducação financeira inclui pensar em formação de patrimônio ou reservas.

Além de poupar, sempre uma recomendação importante, é possível investir em bens tangíveis, imóveis ou aplicações financeiras. No caso dos imóveis, eles podem ainda gerar renda por meio de aluguéis.

Aposentadoria como foco da reeducação financeira

A reeducação financeira deve permitir que, após o período de formação e crescimento, chegue o momento de usufruir, aproveitar o que for criado.

O economista sugere que a pessoa preveja o período em que quer se aposentar e também como quer que seja esse momento. “Que a pessoa inclua nesse deadline o padrão de vida que quer ter e a idade”, completa Soldera. Ele também indica que a reeducação financeira inclua itens para a formação de uma carteira de investimentos ao longo dos anos, aplicações ou reservas.

Entre as sugestões apresentadas pelo economista, está o investimento, à vista ou por financiamento, em casa própria ou outros bens que proporcionem tranquilidade futura. Além disso, também recomenda que a pessoa tenha um fundo complementar de aposentadoria, além do oficial.

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De acordo com Soldera, o ideal é que a pessoa projete a renda desejada e simule o valor das mensalidades dos planos. Também é possível fazer aportes esporádicos quando houver uma renda extra. “Atualmente, existem fundos específicos para esse fim, do tipo PGBL e VGBL. O importante é procurar instituições sólidas”, completa.

O economista lembra ainda que, atualmente, tanto os planos complementares de aposentadoria como os fundos de investimento permitem que a pessoa comece com valores menores e os aumente conforme for crescendo a sua renda ou surgindo oportunidades, sem que seja comprometido o orçamento atual.

 

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