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por Vivo Seu Dinheiro

Prepare o bolso: Entra em vigor aumento do IOF para compra de dólar

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Já está valendo. A partir desta terça-feira, 3, o consumidor sentirá no bolso o impacto do aumento do IOF para compra de dólar em espécie. A elevação na alíquota do Imposto sobre Operações Financeiras é de 0,38% para 1,1% e foi definida, para surpresa do mercado, com a publicação um dia antes de decreto presidencial no Diário Oficial da União.

A notícia provocou uma corrida às casas de câmbio nesta segunda-feira em todo o país, numa busca pelo menor valor do dólar na véspera do aumento.

Apesar do maior custo para comprar dólar ou qualquer outra moeda estrangeira, a aquisição em espécie ainda é mais barata do que outras operações taxadas com IOF, como ao carregar cartão pré-pago internacional, cuja alíquota chega a 6,38%.

Operação com aumento do IOF para compra de dólar

Imposto subiu de 0,38% para 1,10% na compra de moedas estrangeiras em espécie. Foto: iStock, Getty Images

O aumento do IOF para compra de dólar

Na prática, ao fazer as contas, percebe-se que o impacto financeiro para o consumidor não é tão grande. Entretanto, os agentes das casas de câmbio, de forma geral, acreditam que os clientes podem adiar um pouco a compra, afinal, a novidade surgiu em um momento de alta volatilidade da moeda.

Para se ter uma ideia, na compra de US$ 100 por uma cotação de R$ 3,60, o imposto de 1,1% equivale a um gasto de R$ 3,96 a mais na operação. Com a taxação anterior (de 0,38%), seria cobrado R$ 1,36 de IOF. Já para quem deseja comprar US$ 2 mil (que é o ticket médio de algumas casas de câmbio), terá que arcar com um imposto maior: passando de R$ 27,20 para R$ 79,20.

A expectativa da Receita Federal com o aumento do IOF para compra de dólar é atingir uma arrecadação anual de R$ 2,377 bilhões. Conforme o coordenador geral de Tributação, Fernando Bombelli, a medida tenta alinhar a tributação do IOF em comparação a outros instrumentos equivalentes nas operações com moeda estrangeira.

Outras mudanças

As modificações trazidas pelo decreto presidencial não param na maior alíquota do IOF para comprar dólar. O governo federal também zerou o imposto nas liquidações de operações simultâneas de câmbio, quando se trata de ingressos de recursos no país. Essa medida está ligada à lei que permite a repatriação de bens no exterior.

A partir de agora, as operações compromissadas realizadas por bancos – ou por instituições financeiras autorizadas pelo Banco Central a operar com debêntures – terão alíquota de IOF de 1% ao dia. Esse percentual incidirá sobre o valor de resgate, cessão ou repactuação, limitado ao rendimento da operação.

O Ministério da Fazenda explicou que, em função da incidência da alíquota zero de IOF, verificou-se que as instituições financeiras elevaram consideravelmente as operações de captação em comparação às demais. A medida deve gerar o recolhimento de R$ 146,48 milhões ainda em 2016, e de R$ 156,28 milhões em 2017.

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