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por Vivo Seu Dinheiro

Poder de compra do brasileiro é maior para carros e menor em despesas básicas

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Crise econômica no Brasil, altas dos juros, do dólar, da inflação e, mesmo nesse cenário negativo, o poder de compra do brasileiro é maior do que em anos anteriores. É possível? Por mais estranho que pareça, em ao menos um setor, essa afirmação é verdadeira. Estamos falando do mercado de automóveis.

Maior poder de compra para carros

Comprar um carro está mais fácil do que dez anos atrás. Um levantamento da consultoria automotiva Jato Dynamics mostrou que, em 2005, eram necessários 124 salários mínimos para adquirir um automóvel popular, como Gol ou Uno. Hoje, a aquisição é feita com 66 salários – quase a metade.

Conforme a própria consultoria, o valor dos veículos baixou expressivamente em função da oferta. Em 2005, o mercado nacional contava com apenas 30 marcas, enquanto hoje possui com 44. A esse dado, se soma a expansão das montadoras pelo país.

Além disso, o salário mínimo subiu 162%. Em 2005, seu valor estava em R$ 300 e hoje alcança R$ 788. Enquanto isso, o valor médio dos carros populares cresceu em ritmo bem mais lento que o poder de compra do brasileiro: 39%, passando de R$ 37.227,99 para R$ 51.987,87 em dez anos.

Poder de compra do brasileiro

Alta da inflação reduziu em R$ 16 bilhões o poder de compra do brasileiro. Foto: iStock, Getty Images

Onde o poder de compra do brasileiro caiu

Não faltam pesquisas para atestar o sentimento que o consumidor brasileiro tem ao sair do supermercado com o carrinho mais vazio: tirando o exemplo relativo aos automóveis, o poder de compra do brasileiro está caindo.

Mesmo estando mais fácil comprar um carro, aumentou a dificuldade para mantê-lo, assim como as demais despesas. Via de regra, o brasileiro está se vendo obrigado a reduzir os gastos supérfluos, principalmente em relação ao lazer.

Um levantamento da consultoria Tendências mostrou que, no primeiro semestre deste ano, a alta da inflação retirou R$ 16 bilhões do poder de compra do brasileiro. O desemprego crescente e o crédito restrito contribuíram para essa situação, considerada a pior desde 2003.

Em 21 de outubro, o IBGE divulgou que o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo – 15 (IPCA-15), uma espécie de prévia da inflação, alcançou o maior índice em 13 anos. No acumulado entre janeiro e outubro, o percentual de 8,49% é também o maior desde 2003, quando atingiu 9,17%.

Se você está curioso em saber por que a inflação subiu tanto, aí vai a resposta: a alta foi puxada pelos custos com habitação (1,15%), transportes (0,8%) e alimentação e bebidas (0,62%). Juntos, os três grupos foram responsáveis por 72,73% do resultado do IPCA-15 em outubro. Se você vai com frequência ao supermercado, certamente já percebeu.

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