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por Vivo Seu Dinheiro

Perspectivas econômicas para 2016: veja como sobreviver à crise

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Um dos maiores temores do brasileiros se confirmou. A crise, instaurada ainda no ano passado, se estendeu, comprometendo as perspectivas econômicas para 2016. Os 54% dos comerciantes e tomadores de serviços que tinham receio de que o país continuasse com problemas hoje correspondem a 87% da classe, que se vê diretamente afetada pelas dificuldades que o Brasil enfrenta.

Segundo pesquisa do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC), em parceria com Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), a diminuição das vendas (82,7%), seguida pelo aumento do pagamento de impostos (51,0%), medo de investir (40,4%) e dificuldades para pagar as contas em dia (34,7%) são os efeitos mais sentidos com esse momento de instabilidade.

Perspectivas econômicas para 2016

Cortar despesas é a regra para se manter no azul em 2016. Foto: iStock, Getty Images

Quais são perspectivas econômicas para 2016

Mas não são apenas os empresários que estão enfrentando problemas devido à situação econômica brasileira. A população em geral está pessimista. O Mapa de Perspectivas Econômicas e Profissionais 2016, desenvolvido pelo PageGroup, consultoria de recrutamento executivo especializado, mostra isso.

Para 76% da população, o desemprego vai continuar aumentando em 2016. A queda do PIB, ou a manutenção do mesmo nível do ano passado é esperada por 88% dos brasileiros. E, 59% já contam com o aumento da taxa básica de juros.

O início do segundo semestre traz um aumento de confiança dos empresários, mas a atividade industrial, os serviços e o comércio devem demorar para se recuperar. Com o governo em disputas políticas, reformas necessárias e cortes de custos tardam. Assim, os juros seguem elevados para conter a inflação, que deve convergir para a meta apenas em 2018.

Apesar da conjunção desastrada de gastos elevados, juros altos, inflação acima da meta e desemprego em dois dígitos, os economistas já projetam um 2017 com crescimento (mínimo) do PIB. Ou seja, não vai ter jeito: você precisa racionalizar as despesas da família e não contar com aumento de receita no curto prazo.

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Planejamento financeiro é a saída

Diante de tantas dificuldades, não resta ao brasileiro outra alternativa senão tomar ainda mais cuidados com as suas finanças pessoais, para não estourar o orçamento.

Para a economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti, a inflação, os juros elevados e o desemprego pioram a situação financeira das famílias e, muitas vezes, exigem mudanças no padrão de gastos para se adequar a nova realidade.

“Apesar do momento difícil, esse é uma hora propícia para desenvolver hábitos mais saudáveis e evitar desperdícios e compras desnecessárias” orienta a especialista.

Algumas pequenas mudanças na sua rotina podem fazem toda a diferença na hora de economizar. Mas lembre-se: para que tudo dê certo, a família inteira precisa colaborar.

Para começar, listem os gastos fixos e determinem o que pode ser cortado. Pacotes de televisão por assinatura, serviços de streaming, idas a restaurantes, festas e bebidas alcóolicas são apenas alguns dos custos que podem entrar na lista. 

Tudo vai depender de como anda o orçamento. Na prática, você precisa gastar menos do que ganha e, se possível, guardar ainda um pouco do salário para emergências. E para isso não há segredo – apenas organização. Você e sua família verão que não há perspectiva econômica negativa que supere um bom planejamento financeiro.

Organize os gastos

Uma boa maneira de organizar as finanças é fazer um diagnóstico de onde você está gastando o seu dinheiro. Para isso, os cartões de crédito podem ser aliados, já que oferecem um detalhamento minucioso de todas as compras.

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E você, como está se planejando diante das perspectivas econômicas para 2016? Comente!

 

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