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por Vivo Seu Dinheiro

Perdeu celular com dois chips? Saiba o que fazer

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Celular com dois chips é uma opção para quem quer manter diferentes números de telefone em um mesmo dispositivo. É um recurso usado por pessoas que viajam com frequência e preferem usar linhas com código de área diferentes, por exemplo. Ou por gente que recebe celular de um plano corporativo da empresa onde trabalha, mas deseja preservar um número pessoal sem precisar carregar um segundo aparelho, entre outras situações. Existem opções para três ou até quatro chips.

Seja lá qual for o motivo, há um outro lado dessa história. Possuir mais de uma linha associada é uma funcionalidade que pode se transformar um problema a mais em caso de furto ou roubo do dispositivo. Isso porque, ao perder um telefone com dois chips, além da preocupação com o aparelho, também é preciso realizar um procedimento diferente de bloqueio para cada linha.

Primeiro, o bloqueio do aparelho celular com dois chips

Um celular de dois chips funciona da mesma maneira que um com slot simples, exceto pela funcionalidade de alteração de linhas telefônicas. A facilidade de carregar duas linhas em um só aparelho atrai a atenção de muitos brasileiros. Em um ano, a venda desse tipo de aparelho cresceu 680%, segundo dados da consultoria IDC. Conforme o levantamento da IDC, são mais de 5 milhões de aparelhos de celular com dois chips no país.

Em caso de roubo ou furto, é necessário agir rapidamente. É recomendável que você registre um boletim de ocorrência, junto à Polícia, especialmente se você tiver seguro. Em outra frente, tão importante quanto a primeira, você precisará entrar em contato com sua operadora, para informar o fato e solicitar o bloqueio do celular e das linhas.

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Ao perder celular com dois chips, é preciso realizar um procedimento de bloqueio para cada linha. Foto: iStock, by Getty Images

O telefone pode ser bloqueado em contato com uma das operadoras com a qual você mantém a linha. No caso da Vivo, esse contato precisa ser feito imediatamente por meio da Central de Relacionamento com o Cliente (pelo *8486 de um celular Vivo, ou pelo 1058 de um telefone fixo). Você precisará informar seus dados pessoais e informações sobre o aparelho.

A mais importante dessas informações sobre o equipamento é o código IMEI, sigla em inglês para Identificação Internacional de Equipamento Móvel. Cada dispositivo de telefonia celular possui um número exclusivo, um tipo de “RG do telefone” ou o chassi de um carro. Esse código serve para que operadoras e fabricantes verifiquem as características de um celular.

Como uma atitude preventiva, tenha anotado o IMEI do seu celular em local seguro. Há diferentes formas de verificá-lo. Para quem ainda tem o aparelho em mãos, basta digitar o código *#06# no teclado do telefone e pressione o botão de discagem. Na tela, aparecerão os números que compõem o código. A informação costuma constar da nota fiscal de compra de aparelhos novos, na caixa em que veio embalado ou até estar impresso no compartimento da bateria.

No contato com a Central de Relacionamento com o Cliente, é possível fazer um bloqueio total ou parcial (por um período de 24 horas), impedindo o aparelho de realizar qualquer envio de dados ou conexão com outros dispositivos.

Mas pode acontecer de você não ter esse código em mãos ao precisar. Nessas situações, você pode recorrer ao rastreamento do aparelho. Smartphones que possuem sistema operacional Android, iOS ou Windows Phone possuem recursos de localização que permitem o bloqueio completo do celular, impedindo até mesmo o acesso a vídeos e fotografias.

Depois, as linhas: dois chips, dois bloqueios

Além do bloqueio do aparelho, é preciso cuidar das linhas. Você precisará realizar um procedimento de bloqueio para cada linha, mesmo que os chips sejam da mesma operadora. Isso é feito informando o número de telefone com código de área, seu RG e CPF – ou do titular da conta. Caso já tenha feito o Boletim de Ocorrência, o número de registro também será solicitado. Com esses dados, os atendentes podem bloquear sua conta.

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Quanto antes você fizer o bloqueio, menor o risco de prejuízos, como uso não autorizado, consumo de créditos ou acesso a dados pessoais.

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