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por Vivo Seu Dinheiro

Pensando no futuro dos filhos? Confira 6 boas dicas financeiras

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Será que garantir uma escola de qualidade, para que as crianças tenham mais oportunidades, é estar pensando no futuro dos filhos? Em termos financeiros, isso não é tudo. É preciso muito planejamento e autocontrole para dar conta do recado.

Por onde começar?

Você recebeu a notícia de que a família vai aumentar e, imediatamente, começa a poupar? Parabéns! Algumas mudanças no orçamento durante os nove meses de gestação certamente ajudarão muito. Mas para viver com tranquilidade é preciso planejar mais.

Os educadores financeiros garantem que o tempo mínimo de planejamento para a chegada de um filho é de dois anos. Afinal, você não terá apenas as despesas com roupas e alimentação. Aliás, esse é o menor dos gastos. Parto, vacinas, babá ou creche, pediatra e outras despesas pesam mais no bolso.

Se você está pensando no segundo filho, a regra é a mesma. É necessário fazer uma reserva com antecedência. A boa notícia é que é possível economizar de 20% a 30% apenas cortando supérfluos e reduzindo contas como água, energia elétrica e telefone.

Pensando no futuro

Preparação financeira deve começar muito antes da chegada de um filho à família. Foto: iStock, Getty Images

6 ações de quem está pensando no futuro das crianças

1. Fazer uma planilha financeira

Este é o primeiro passo para uma vida financeira estável. É preciso controlar o orçamento, saber quanto entra, quanto sai e (melhor de tudo) quanto sobra. E a planilha é sua melhor aliada nesse processo.

2. Manter o autocontrole

É verdade que quem tem filhos gosta de enchê-los de mimos. Mas isso só pode ser feito se o orçamento permitir. Cortar despesas e evitar gastos supérfluos é uma das melhores atitudes para garantir um bom futuro para seus filhos.

3. Investir

Seja em um fundo de ações, na poupança ou em um plano de previdência privada, é fundamental juntar uma reserva futura e fazer com que esse montante se multiplique. Os pequenos também podem ser (positivamente) influenciados por esse tipo de atitude.

4. Aderir à mesada

Este é um excelente exercício para que os pequenos treinem a gestão do dinheiro. Deixar que eles controlem os recursos (sem repor o valor antes da hora) é um grande treinamento. O ideal é que eles gastem uma parte e guardem outra.

5. Ter cautela

Um dos maiores erros dos pais apontados pelos educadores financeiros é utilizar a mesada como remuneração por serviços domésticos (como arrumar o quarto) ou como prêmio por ter boas notas na escola. Mas não é nada disso. O valor deve ser fixo e não vinculado a uma questão comportamental. Não se pode misturar os assuntos.

6. Conversar com a família

Dinheiro é assunto de criança, sim. Não é necessário entrar em detalhes, mas é importante conversar com todos e contar com a ajuda de cada membro da família para poupar. Essa também é uma forma de educação financeira.

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E você, também está pensando no futuro dos filhos? Deixe seu comentário.

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