Vivo
 
por Vivo Seu Dinheiro

Para reduzir gastos pessoais, brasileiro troca lazer físico pelo digital

A- A+

O difícil cenário econômico do país causou mudanças no perfil do consumidor brasileiro nos últimos tempos, que buscou novas formas de economizar ao reduzir gastos pessoais.

Segundo uma pesquisa da Bridge Research, 83% dos brasileiros estão avaliando possíveis cortes em suas despesas mensais – e o lazer é um dos principais focos. O levantamento apurou que 27% dos entrevistados estão diminuindo gastos nessa área.

Conseguiu reduzir gastos pessoais

Serviços de streaming acabam substituindo outras opções de entretenimento. Foto: iStock, Getty Images

Estratégias para reduzir gastos pessoais

Quando o assunto é reduzir gastos pessoais entre os brasileiros, mais do que cortes no lazer, só mesmo as estratégias de economia de energia, telefone e água – quesito que foi respondido por 33% dos entrevistados na pesquisa.

Mas há um detalhe interessante nesse novo hábito. Conforme aponta o estudo da Bridge Research, batizado de Lazer Real Versus Lazer Digital: Qual Sofre Mais com o Mindset de Corte de Gastos?, parece que o brasileiro encontrou no ambiente virtual sua nova fonte de entretenimento. Afinal, o público por aqui tem cortado mais o lazer “real”, frequentando menos os cinemas, restaurantes e bares.

O levantamento foi baseado em 450 entrevistas com homens e mulheres, com idade acima dos 18 anos, e abrangendo as classes A, B e C. A maioria dos entrevistados são das regiões Sudeste, Sul e Nordeste.

Números apontam a preferência do brasileiro

Por outro lado, serviços digitais se tornaram essenciais para o público. Cerca de 83% dos entrevistados afirmaram que não cortaram seus gastos com internet, assim como 44% deles também não eliminaram despesas com banda larga, por exemplo.

Os dois serviços são os principais a escapar de metas para reduzir gastos pessoais, principalmente quando são considerados consumidores das classes B e C.

O que pode explicar os resultados é que muitas opções de entretenimento em casa se tornam possíveis – e acessíveis – por meio da banda larga.

O exemplo mais famoso disso é o Netflix, que já conta com mais de dois milhões de assinantes ativos no Brasil. O Youtube também é visto como uma grande fonte de entretenimento pelos usuários.

Outros serviços, como o aplicativo de streaming de música Spotify, também apareceu na lista como um dos preferidos do público: 71% dos entrevistados nas classes A e B afirmaram que continuam assinando o serviço.

Apesar da queda, as despesas com lazer no mundo real ainda representam a maior fatia maior de gastos do brasileiro – a proporção de 31% para 69% entre digital e real, respectivamente.

Por outro lado, 72% do público entrevistado aponta que os gastos de lazer no mundo real são mais fáceis de cortar do que as opções digitais. Assim, em vez de restringir o entretenimento em casa, que tem opções mais baratas, o consumidor está evitando ir a restaurantes e festas, que geram custos atrelados, como transporte ou estacionamento.

Separando por classes econômicas, a pesquisa da Bridge Research mostra que a classe C está mais avançada na troca do lazer físico pelo digital. Cerca de 32% dos entrevistados que a integram afirmaram que não abrem mão de apps e serviços de streaming para se divertir.

Você vai se interessar por:

Acesso garantido à tecnologia

Para fazer uso da tecnologia e não ficar sem saldo, é importante estar com a recarga em dia no seu celular. Você sabia que a Vivo possui um serviço de seguro de recarga, que pode fazer a diferença na hora em que você mais precisar? Em parceria com a Zurich Seguros, a empresa oferece o plano Recarga Garantida. O pagamento mensal de R$ 4,99 dá direito a R$ 80 em crédito no celular em caso de desemprego.

> Vivo Recarga Garantida: Assegure R$ 80 de carga no celular pré-pago em caso de desemprego

E você, como faz para reduzir gastos pessoais? Comente!

Dicas para quem pensa em vender bens para pagar dívidas
seudinheiro-Compras-de-supermercado
sair da casa dos pais
sonho de consumo
app para gastos pessoais
juros cobrados no cartão de crédito