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por Vivo Seu Dinheiro

Operações compromissadas têm título como garantia

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Você já ouviu falar em operações compromissadas? Trata-se de uma negociação com um compromisso duplo: uma parte vende determinado título – ou seja, um documento que representa uma dívida – com o compromisso de comprá-lo de volta depois de um determinado prazo, em troca do pagamento de juros.

Geralmente, a parte vendedora das operações compromissadas é composta por um banco, e a parte compradora uma empresa, ou outro banco ou instituição financeira.

Mas nada impede que uma pessoa física faça parte desse tipo de transação. Os juros recebidos podem ser pré ou pós-fixados, porém costumam seguir as taxas do Certificado de Depósito Bancário (CDI).

Operações compromissadas são seguras

Títulos vendidos nas operações compromissadas são recomprados pelo vendedor. Foto: iStock, Getty Images

Para que servem as operações compromissadas?

Na prática, uma operação compromissada nada mais é que um empréstimo, e o título negociado é a garantia. Assim como ocorre quando um bem é penhorado para conseguir um empréstimo, o credor tem a intenção de quitar o compromisso para recuperar o bem. Na operação, o vendedor não quer abrir mão do seu título.

Por que isso? Porque o banco não quer perder um título que proporciona bons rendimentos, então, os vende com o compromisso e a intenção de recomprá-los, quando pagará juros menores do que aqueles que o título rende. O banco, que na maior parte das vezes é a parte compradora, vende um título por meio de uma operação compromissada geralmente porque está precisando de dinheiro.

Quais títulos podem ser negociados?

Não é todo e qualquer título que pode ser negociado por meio das operações compromissadas. O documento oficial que dita as regras é a resolução 3.339 do Banco Central do Brasil. Confira quais são os títulos que podem ser incluídos nessa modalidade:

  • Títulos de emissão do Tesouro Nacional ou do Banco Central do Brasil
  • Créditos securitizados pelo Tesouro Nacional
  • Títulos da Dívida Agrária de emissão do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra)
  • Títulos estaduais e municipais
  • Certificados de depósito bancário
  • Cédulas de crédito bancário
  • Certificados de cédulas de crédito bancário
  • Letras de câmbio de aceite de instituições financeiras
  • Letras hipotecárias
  • Letras de crédito imobiliário
  • Cédulas de crédito imobiliário
  • Debêntures
  • Cédulas de debêntures
  • Notas comerciais
  • Certificados de recebíveis imobiliários
  • Cédulas de produto rural com liquidação financeira
  • Certificados de direitos creditórios do agronegócio
  • Letras de crédito do agronegócio
  • Certificados de recebíveis do agronegócio
  • Cédulas de crédito à exportação
  • Notas de crédito à exportação
  • Outros títulos que venham a ser autorizados pelo Banco Central do Brasil.

Para o correntista que está pensando em investir nas operações compromissadas, basta ter uma conta corrente em um banco e se informar sobre essa opção.

Mas elas não são investimentos de alta rentabilidade, porque seus juros são menores do que os dos títulos originais. Por outro lado, é um investimento seguro, e não é necessário ser titular do papel para ganhar dinheiro.

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