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por Vivo Seu Dinheiro

Morar em Maceió custa menos ao bolso do que em outras capitais

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Apesar das belezas naturais que atraem turistas brasileiros e de fora do país todos os anos, morar em Maceió ainda conta com um custo de vida que pode ser considerado baixo. Ou pelo menos é esse o resultado quando os valores são comparados com os de outras capitais.

De acordo com o ranking do site Custo de Vida, que avalia gastos como alimentação, lazer, transporte, educação, moradia e hotelaria, o município alagoano fica na 18ª posição entre as 27 capitais e é apenas o 65º entre as cidades mais caras do país.

O que pesa no bolso ao morar em Maceió

Ainda que o levantamento do site Custo de Vida coloque Maceió bem longe dos preços de cidades como São Paulo e Brasília, consideradas as mais caras do país, a capital alagoana fica em terceiro lugar quando são analisados apenas os dados do Nordeste. A cidade está atrás de Recife e Salvador.

Morar em Maceió conta com um custo de vida que pode ser considerado baixo.

Presença de muitos turistas na capital de Alagoas ajuda a elevar os preços. Foto: Pei Fon, Secom Maceió

No acumulado do ano, Maceió soma 7,11% de aumento nos custos, segundo dados da Pesquisa do Índice de Preços ao Consumidor, realizada pela Secretaria de Estado do Planejamento, Gestão e Patrimônio (Seplag) em Alagoas. Em setembro, a alta foi de 1,25%.

Para o economista Felippe Rocha Presado Menezes de Barros, os maiores responsáveis pelos aumentos recentes foram os combustíveis, que tiveram acréscimo de preço em todo o país, e também os produtos farmacêuticos, especialmente os anti-inflamatórios e antirreumáticos.

Ainda segundo o economista, o grande peso no orçamento doméstico está na área de alimentos e bebidas, que corresponde a 21,19% dos gastos familiares. “Para aquisição de uma cesta básica, o maceioense deve despender cerca de R$ 275,62 para sua alimentação pessoal, não a familiar”, destaca Menezes.

Em seguida, aparecem os transportes, com 17,85%, mesmo com a diminuição de 0,84% nos preços em setembro.

A maior variação em setembro ficou por conta da banana, com uma alta de 0,67% nos preços e um acumulado de 7,3% desde o início do ano. Mas, na soma dos meses, o campeão de preços altos ainda é o tomate, com aumento de 18,03%.

O açúcar, por outro lado, ainda está entre os produtos que podem ser considerados com preços acessíveis. Como Alagoas é o quinto maior produtor do Brasil, os preços se mantêm em cerca de R$ 2,15 ao quilo.

Turismo torna mais caro morar em Maceió

Conforme explica Menezes, não só Maceió, mas Alagoas como um todo, costuma ser considerado o terceiro destino turístico mais procurado no Nordeste. Embora os preços não sejam tão altos como em outras cidades que se destacam no setor, eles se elevam por conta da presença de turistas.

“A região da orla, onde também se concentram famílias que recebem mais de dez salários mínimos, é o grande carro-chefe, atraindo multidões de turistas desejosos por alimentação e lazer”, lembra o economista.

Por conta dessa característica, é comum que os preços, especialmente nas áreas de alimentação e lazer, sejam mais altos, ainda mais durante o verão, época de alta temporada, que concentra a maior quantidade de visitantes.

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