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por Vivo Seu Dinheiro

Momento é bom para quem quer alugar apartamento em São Paulo

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Para morar na maior cidade do país e fazer frente ao seu custo de vida, é preciso ter jogo de cintura e economizar em tudo. Dentro desse esforço, a estratégia pode levar você a alugar apartamento em São Paulo em vez de optar pela compra do imóvel. No mercado atual, esse parece ser um negócio mais atrativo ao bolso.

De acordo com pesquisa realizada pelo Sindicato da Habitação de São Paulo (Secovi-SP), o valor médio dos novos contratos de aluguel residencial na cidade apresentou elevação de 0,5% em outubro de 2015, se comparado com o mês de setembro.

Mas no acumulado de 12 meses, houve queda de 1,4%, contrastando com a alta de 10,1% no IGP-M (Índice Geral de Preços – Mercado), que é a referência utilizada para o reajuste de aluguel.

Imagem mostrando opções de locais que se pode alugar apartamento em São Paulo.

Momento em São Paulo é mais propício para aluguel do que para compra de imóveis. Foto: iStock, Getty Images

De acordo com o diretor de Locação do Secovi-SP, Mark Turnbull, o fenômeno vem ocorrendo já desde outubro do ano passado, mas com maior repercussão a partir de junho desse ano. “Tudo isso baseado única e exclusivamente na questão macroeconômica e política do país” destaca ele.

Para ele, o mercado está completamente diferente se comparado há dois anos, por exemplo. Fatores como desemprego e aumento na taxa de juros da casa própria ajudam a causar instabilidade no mercado.

Momento para alugar apartamento em São Paulo

Na análise de Turnbull, o momento é melhor e mais indicado para quem quer alugar ao invés de comprar imóveis. E a explicação é simples: bancos como a Caixa e outras instituições financeiras tradicionalmente utilizadas para o crédito imobiliário aumentaram a taxa de juros.

O especialista explica que isso acontece porque quem busca o mercado de locação é diferente do comprador. “Na locação, o imóvel tem que estar pronto. E o que a gente tem visto é que existe a demanda. Os proprietários verificaram que, no momento, o mercado está mais propício para o aluguel”, destaca.

Além disso, a garantia diminui, já que o comprometimento e as condições de financiamento dos imóveis, além da preocupação em relação à possibilidade de quitar o débito, geram dúvidas por parte de quem cede o crédito. “O ideal é que os consumidores adiem um pouco o sonho da casa própria”, recomenda o especialista.

Outros dados da pesquisa

A pesquisa considera informações do município, e vale apenas para novos contratos. Segundo os dados apurados, os imóveis que apresentaram as maiores elevações em outubro foram os de um dormitório, com um aumento médio de 0,9%. Já os imóveis de dois quartos registraram alta da ordem de 0,3%, enquanto aqueles com três dormitórios sofreram aumento de 0,2%.

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