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por Vivo Seu Dinheiro

Meu sócio me roubou, o que fazer? Saiba agir nessa situação

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Não são raros os casos de dissolução de sociedades em função de fraudes. Mas se o meu sócio me roubou, o que fazer? Bom, essa não é uma equação tão fácil de ser resolvida, mas algumas dicas podem ajudar bastante.

Em primeiro lugar, é importante se precaver de situações como essa já nos primeiros passos da sociedade, buscando junto ao contador da empresa um contrato que preveja a melhor constituição societária para o seu caso.

Meu sócio me roubou, o que fazer?

Processo judicial contra o sócio é lento, caro e prejudicial à imagem da empresa. Foto: iStock, Getty Images

Meu sócio me roubou, o que fazer?

Você escolheu um parceiro para a empresa com base na confiança, mas foi surpreendido: meu sócio me roubou, o que fazer? É importante esclarecer que a lei brasileira prevê a exclusão de sócios que infringirem as regras do negócio. No entanto, é preciso ter provas. Por isso, evite fazer acusações que não podem ser comprovadas. Converse com um advogado e reúna as provas primeiro.

Também é essencial ressaltar que a melhor forma – e a mais barata – de resolver um problema desse tipo é de forma amigável. Se você colocar seu sócio na Justiça, o processo será mais lento e muito mais custoso.

Além disso, não é saudável, do ponto de vista empresarial, que sua empresa fique exposta com processos desse tipo. Ela pode perder valor de mercado. Por isso, a melhor saída é reunir as provas e conversar com o sócio abertamente, convidando-o a se retirar da sociedade sem muito alarde.

Como identificar o roubo na empresa

Quando se trata de uma empresa, o roubo pode ser muito diferente daquele assalto à mão armada que se vê na sociedade, ou daquele dinheiro que some do caixa. Tratam-se de crimes mais elaborados, nem sempre fáceis de perceber.

Um tipo bastante comum é quando o sócio responsável pelas compras acaba ganhando uma comissão secreta por aceitar determinados fornecedores, favorecendo certas marcas em detrimento de outras.

Utilizar recursos da empresa para pagamento de contas pessoais também é considerado crime.

Da mesma forma, o desvio de recursos – que geralmente estão camuflados entre contas superfaturadas – é considerado um crime de roubo.

Mas nem tudo se resume a dinheiro. Apropriar-se de informações sigilosas ou estratégicas, repassando-as a terceiros, também é considerado crime.

Uma das melhores estratégias é adotar a administração conjunta das finanças, com total transparência. Mesmo que você não tenha tanta intimidade com os números, é importante conhecer sua empresa, saber como ela funciona, quanto entra de receita e quanto se gasta.

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