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por Vivo Seu Dinheiro

Longevidade saudável: como planejar financeiramente essa conquista

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Quem disse que levar uma vida de bem com o corpo e a mente custa caro? Ao contrário do que muitas vezes se pensa, adotar hábitos que contribuem para a longevidade saudável pode se tornar muito econômico financeiramente, tanto em curto quanto em longo prazo.

Pequenos ajustes na rotina já podem aproximar você dessa conquista. É possível até mesmo fazer bem para o bolso e para o corpo, ao mesmo tempo, com uma alimentação saudável. Confira a seguir as melhores dicas para colocar esse projeto em prática.

Ela aposta na longevidade saudável

Preparar as refeições em casa faz bem para o bolso e também para a saúde. Foto: iStock, Getty Images

Dicas econômicas para uma longevidade saudável

A primeira dica para a longevidade saudável e econômica é consultar um médico com frequência e fazer exames periodicamente, evitando fazer isso apenas quando já estiver doente. A medida previne possíveis gastos maiores, que surgem por falta de cuidados e prevenção.

Outro hábito simples e que não gasta nada é dormir bem – o tempo necessário para o corpo renovar as energias. Estudos sugerem que a falta de sono crônica pode ter um impacto negativo nas funções metabólicas e endócrinas. Quando se dorme menos de cinco horas, por exemplo, há um desequilíbrio no metabolismo.

A falta de tempo não é desculpa para não se exercitar, assim como a falta de dinheiro também não é. Não é preciso ir à uma academia para deixar o sedentarismo de lado. Fazer exercícios em casa é mais barato e apresenta bons resultados.

Para os que reclamam da falta de tempo, até mesmo atividades cotidianas contribuem para conquistar uma longevidade saudável. Preferir as escadas aos elevadores, organizar horários e até mesmo atividades simples, como lavar o carro ou passear com o cachorro, são boas dicas para se movimentar.

Alimentação saudável sem gastar muito

É possível manter uma alimentação saudável gastando pouco. Para comprovar, uma pesquisa realizada por estudantes de Nutrição de Brasília demonstrou que a alimentação baseada no Guia Alimentar Para a População Brasileira é mesmo mais barata.

Com foco na alimentação natural e o aproveitamento de recursos regionais in natura, o estudo mostrou que, além de mais economia, a pessoa adquire saúde e bem-estar, contribuindo para a longevidade saudável e com mais qualidade de vida.

Para chegar a esses resultados, foi feita uma comparação com alimentos industrializados ultraprocessados que, além de mais caros, podem causar vários problemas de saúde. De acordo com o Ministério da Saúde, o custo diário médio de quatro refeições saudáveis é de R$ 11,84, contra R$ 24,77 de refeições compostas por alimentos ultraprocessados.

A diferença de valores nas refeições diárias chega a 52,2%. Ao longo de um mês, isso representa R$ 387,90 no orçamento. Em um ano, a diferença atinge R$ 4.654,80.

Foram comparados custos de quatro refeições: café da manhã, almoço, lanche da tarde e jantar. Os alimentos selecionados para compor as refeições foram retirados da Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF) e do Guia Alimentar Para a População Brasileira.

Algumas dicas para conseguir essa economia é optar, sempre que possível, por refeições preparadas em casa. Além de ser mais barato, a comida caseira também é mais saudável e garante ser livre de conservantes e outros agentes químicos.

Preferir água e sucos com frutas naturais, em vez de refrigerantes, também representa uma grande economia para o bolso e uma ajudinha na sua saúde.

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